Complexo de Édipo
Quando ouvimos falar em complexo de Édipo, logo nos remetemos às teorias Freudianas, do amor pela mãe, do ódio pelo pai, mas já pararam para pensar com o nosso destino é marcado, como parecem que existem sim seres em outros planos, que parecem que comandam a nossa vida de tal forma que não conseguimos sair daquilo que eles falam em suas visitas no plano carnal como o nosso (teoria de Kardec).
Vejam bem...
Quem conhece a tragédia de Édipo sabe mais ou menos sobre o que falo, pois por mais que Édipo tenha tentado fugir de um destino revelado pelo Oráculo, foi de encontro a ele...
Pois bem, então estamos na mesma situação, pois se presenciamos alguma encarnação e ouvimos alguma revelação e tentamos fazer diferente só sofremos em dobro, e qual é o livre arbítrio que os homens dizem que Deus nos deu, e sobre a qual Schopenhauer fala, sobre o livre arbítrio do corpo, da mente ou mesmo das atitudes, sendo que, nas religiões – em algumas – não se pode nem tatuar o corpo por que senão Deus castiga...
Cadê a coerência nos atos, cadê a aquilo que outras religiões pregam que diz que estamos aqui para corrigir erros, para sermos purificados...
Quais erros??? Ninguém me mostrou onde errei para poder pagar por eles, mas se tivessem o feito aceitaria e respeitaria, mas respeitar o que se não sei sobre o que falam...
Em outra vida? Quem me prova que existe?
São incoerências que céticos como eu questionam...
Mas o que fazer sobre essa situação, não há uma resposta coerente...
Se mesmo um herói como Édipo, que fez bons feitos na vida e mesmo sendo um personagem, criado por homens, não conseguiu fugir do destino imposto pelos deuses, o que nós, que somos mais um na multidão faremos?
Ouvi historias que quando nascemos já temos nossos destinos traçados...
Então algum idiota em algum lugar se diverte com o sofrimento alheio...
Ai pergunto, a troco de que?Por quê?
Por que viemos nessa vida então, para alguém rir de tudo que fazemos...
Sejamos coerentes, e tentemos mudar toda essa coisa, todo esse mundo...
As religiões se contradizem, o homem se contradiz, a vida tem nexo, mas não se sabe qual, então o que podemos fazer?
Pois toda filosofia tenta arrumar uma resposta para tudo, e quando isso acontece ninguém mais lembra quais foram as perguntas...
Como vi uma vez em uma pixação na rua:
“Deus é a resposta!!!
Mas qual foi a pergunta mesmo???”
Até a próxima
Ramakrishna
Todas as ideias postadas derivam de devaneios urbanos, sociedade do submundo, oriunda de pessoas pensantes e em desacordo com tudo aquilo que visa a descapacidade de pensar da população... Ah sim!!! Se tiverem ideias por favor divulguem... E como digo, pra ficar bom, sempre um boazinha... hehe
sexta-feira, 2 de julho de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
A doutrina da Sociedade
A sociedade hoje em dia, necessita de uma vulgaridade própria, sendo que, a particularidade é a alma de tudo isso requerido.
Quando falo sobre particularidade, posso me referir a religiões, que se autodenominam dessa forma mas que na verdade são seitas que pregam na maioria das vezes a palavra vinda de “Deus” da forma que lhes é mais conveniente.
Digo isso, porque assim como os fariseus¹ eles tem a necessidade de ludibriarem, os mais descrentes com a vida.
Manipuladores de massa, pessoas que vivem a mercê daqueles que são bons observadores da sociedade, seus anseios, suas perspectivas e suas vontades. Mas as pessoas que vivem em um mundo “globo-alizado” não querem ser libertas realmente no espírito, querem ser libertas para poderem comprar, consumir, namorar, e todas as coisas que os mesmos homens que “pecam”, falam sobre se livrar do “pecado” cometido.
Como dizia o Nietzsche: "Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. Diante de tanta sujeira, tal atitude é necessária."
De um ponto de vista, então, filosófico, tudo escrito pelo homem seria uma grande mentira, ou seja, o que o homem do século XXI teria de mais glorioso, ou de mais santo do que outrem.
Nas seitas e tantas outras vistas por ai, o intuito mor de todas é o financeiro.
Como visto recentemente, os pastores (denominam os “fieis” como ovelhas, mas eu diria que até as ovelhas teriam mais personalidade e não seguiriam tanto assim os pastores de olhos tão fechados), são pegos com quantias nunca vistas pela maioria dos freqüentadores de seus pagodes, que os mesmos, ainda defendem, e dizem por ai que foi obra do demônio, e que estão conspirando sobre homens santos. Mas onde fica o questionamento, sobre onde eles arrumaram tal quantia, e por qual motivo, se é um dinheiro legal, não fosse declarado? Estavam fugindo de quem? Será que “satanás” deles é também gatuno e teria de esconder o dinheiro dar o dízimo para outrem não fazerem uso e fruto de tal?
Onde fica o livre arbítrio de pensamento dos seres que seguem esse tipo de homens santos? Perdem o sentido da vida, pré-julgam o próximo e seguem alguém que aparentemente tem os mesmos defeitos de todos, mas tem o dom da palavra, e um pouco mais de estudo (por mais que seja “street knowledge”) e conseguem ludibriar, pobres tanto monetariamente, como espiritualmente, sem remorso algum.
Já vi em algumas ocasiões pessoas que tinham somente o dinheiro do pão e doaram como dizimo, -- sabendo que o dizimo seria da décima parte do todo o dinheiro que ele ganhou no mês – sendo que, era o único que tinha para se manter ou ter pelo menos uma refeição necessária para continuar em pé, foi tirada por aquele que esta ali para confortá-los.
Não consigo entender o pobre, que tem milhões de dividas, que não tem o que comer normalmente, mas tem dinheiro para comprar um terreno no céu, ou mesmo pagar (monetariamente), pela sua salvação, Lutero, dizia sobre a venda de indulgências no século XV, mas será que até hoje o homem não consegue prestar atenção no que o próximo consegue fazer consigo.
O grau de conveniência na pregação do evangelho chega a tal ponto que, nunca vi nenhum padre, pastor ou afins, citarem a passagem de Daniel “Destino do povo judeu”², em que ele tem visões, possivelmente de Deus, pela descrição, não parece nem um pouco com o Deus ou mesmo com Jesus conhecido ou pregado por imagens ou descrições mundanas.
Quais são as vantagens de se pregar uma palavra e omitir a verdade, sendo que, as pessoas que o fazem são vistas como integras. Onde fica a integridade das pessoas que o fazem?
A indignação da minha parte é ainda maior quando vejo pessoas, em formação de caráter seguir alguém desse nível.
Hipócritas, formadores de opinião enganosa, se escondendo atrás de imagens ditas santas por outros homens que em outrora apoiaram a perseguição do homem que hoje é santificado ou mesmo endeusado, por muitos e muitos povos.
Mas de qualquer forma, ainda penso o seguinte:
Como podem aqueles que seguem os caminhos de um judeu, abominarem o judaísmo, mas por trás de tudo consumirem o judaísmo, e estarem de acordo com um homem, que, sofreu bastante, mas hoje, as pessoas que sofrem tanto ou mais vitimas do mesmo sistema, que um pouco mais desenvolvido tecnologicamente, -- ou não -- trata com as mesmas atrocidades que tratavam aquele homem -- de uma forma mais eufemista -- não endeusar os homens vitimas de hoje?
Será que o menino puxado por criminosos no carro por alguns quilômetros vai ser mártir amanha? Ou a menina jogada do apartamento pelo pai, vai ser uma nova “Maria”
O que será da sociedade em que vivemos daqui uns séculos, pois, para gerar algum dinheiro precisamos de mártires e alguns livros escritos por homens que tiveram por algum intermédio a palavra dos mesmos.
Eu disse gerar dinheiro, perdão, pensei ter dito ter fé em algum “santificado” pelo sistema.
Ramakrishna
¹Fariseu (do hebraico פרושים) é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C.. Opositores dos saduceus, criam uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. Com a destruição de Jerusalém em 70 d.C. e a queda do poder dos saduceus, cresceu sua influência dentro da comunidade judaica e se tornaram os precursores do judaísmo rabínico.A palavra Fariseu tem o significado de "separados", " a verdadeira comunidade de Israel", "santos".
Sua oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu-lhes através dos tempos uma figura de fanáticos e hipócritas que apenas manipulam as leis para seu interesse. Esse comportamento deu origem à ofensa "fariseu", comumente dado às pessoas dentro e fora do Cristianismo, que são julgados como religiosos aparentes.
²Biblia Sagrada - Livro Daniel: pág: 1187 Destino dos judeus
A sociedade hoje em dia, necessita de uma vulgaridade própria, sendo que, a particularidade é a alma de tudo isso requerido.
Quando falo sobre particularidade, posso me referir a religiões, que se autodenominam dessa forma mas que na verdade são seitas que pregam na maioria das vezes a palavra vinda de “Deus” da forma que lhes é mais conveniente.
Digo isso, porque assim como os fariseus¹ eles tem a necessidade de ludibriarem, os mais descrentes com a vida.
Manipuladores de massa, pessoas que vivem a mercê daqueles que são bons observadores da sociedade, seus anseios, suas perspectivas e suas vontades. Mas as pessoas que vivem em um mundo “globo-alizado” não querem ser libertas realmente no espírito, querem ser libertas para poderem comprar, consumir, namorar, e todas as coisas que os mesmos homens que “pecam”, falam sobre se livrar do “pecado” cometido.
Como dizia o Nietzsche: "Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. Diante de tanta sujeira, tal atitude é necessária."
De um ponto de vista, então, filosófico, tudo escrito pelo homem seria uma grande mentira, ou seja, o que o homem do século XXI teria de mais glorioso, ou de mais santo do que outrem.
Nas seitas e tantas outras vistas por ai, o intuito mor de todas é o financeiro.
Como visto recentemente, os pastores (denominam os “fieis” como ovelhas, mas eu diria que até as ovelhas teriam mais personalidade e não seguiriam tanto assim os pastores de olhos tão fechados), são pegos com quantias nunca vistas pela maioria dos freqüentadores de seus pagodes, que os mesmos, ainda defendem, e dizem por ai que foi obra do demônio, e que estão conspirando sobre homens santos. Mas onde fica o questionamento, sobre onde eles arrumaram tal quantia, e por qual motivo, se é um dinheiro legal, não fosse declarado? Estavam fugindo de quem? Será que “satanás” deles é também gatuno e teria de esconder o dinheiro dar o dízimo para outrem não fazerem uso e fruto de tal?
Onde fica o livre arbítrio de pensamento dos seres que seguem esse tipo de homens santos? Perdem o sentido da vida, pré-julgam o próximo e seguem alguém que aparentemente tem os mesmos defeitos de todos, mas tem o dom da palavra, e um pouco mais de estudo (por mais que seja “street knowledge”) e conseguem ludibriar, pobres tanto monetariamente, como espiritualmente, sem remorso algum.
Já vi em algumas ocasiões pessoas que tinham somente o dinheiro do pão e doaram como dizimo, -- sabendo que o dizimo seria da décima parte do todo o dinheiro que ele ganhou no mês – sendo que, era o único que tinha para se manter ou ter pelo menos uma refeição necessária para continuar em pé, foi tirada por aquele que esta ali para confortá-los.
Não consigo entender o pobre, que tem milhões de dividas, que não tem o que comer normalmente, mas tem dinheiro para comprar um terreno no céu, ou mesmo pagar (monetariamente), pela sua salvação, Lutero, dizia sobre a venda de indulgências no século XV, mas será que até hoje o homem não consegue prestar atenção no que o próximo consegue fazer consigo.
O grau de conveniência na pregação do evangelho chega a tal ponto que, nunca vi nenhum padre, pastor ou afins, citarem a passagem de Daniel “Destino do povo judeu”², em que ele tem visões, possivelmente de Deus, pela descrição, não parece nem um pouco com o Deus ou mesmo com Jesus conhecido ou pregado por imagens ou descrições mundanas.
Quais são as vantagens de se pregar uma palavra e omitir a verdade, sendo que, as pessoas que o fazem são vistas como integras. Onde fica a integridade das pessoas que o fazem?
A indignação da minha parte é ainda maior quando vejo pessoas, em formação de caráter seguir alguém desse nível.
Hipócritas, formadores de opinião enganosa, se escondendo atrás de imagens ditas santas por outros homens que em outrora apoiaram a perseguição do homem que hoje é santificado ou mesmo endeusado, por muitos e muitos povos.
Mas de qualquer forma, ainda penso o seguinte:
Como podem aqueles que seguem os caminhos de um judeu, abominarem o judaísmo, mas por trás de tudo consumirem o judaísmo, e estarem de acordo com um homem, que, sofreu bastante, mas hoje, as pessoas que sofrem tanto ou mais vitimas do mesmo sistema, que um pouco mais desenvolvido tecnologicamente, -- ou não -- trata com as mesmas atrocidades que tratavam aquele homem -- de uma forma mais eufemista -- não endeusar os homens vitimas de hoje?
Será que o menino puxado por criminosos no carro por alguns quilômetros vai ser mártir amanha? Ou a menina jogada do apartamento pelo pai, vai ser uma nova “Maria”
O que será da sociedade em que vivemos daqui uns séculos, pois, para gerar algum dinheiro precisamos de mártires e alguns livros escritos por homens que tiveram por algum intermédio a palavra dos mesmos.
Eu disse gerar dinheiro, perdão, pensei ter dito ter fé em algum “santificado” pelo sistema.
Ramakrishna
¹Fariseu (do hebraico פרושים) é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C.. Opositores dos saduceus, criam uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. Com a destruição de Jerusalém em 70 d.C. e a queda do poder dos saduceus, cresceu sua influência dentro da comunidade judaica e se tornaram os precursores do judaísmo rabínico.A palavra Fariseu tem o significado de "separados", " a verdadeira comunidade de Israel", "santos".
Sua oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu-lhes através dos tempos uma figura de fanáticos e hipócritas que apenas manipulam as leis para seu interesse. Esse comportamento deu origem à ofensa "fariseu", comumente dado às pessoas dentro e fora do Cristianismo, que são julgados como religiosos aparentes.
²Biblia Sagrada - Livro Daniel: pág: 1187 Destino dos judeus
domingo, 2 de maio de 2010
Nosso belissimo 1º de maio
Mais um 1º de maio e passa e é a mesma palhaçada de sempre, não é verdade?
O que vemos no nosso querido Brasil varonil???
Festas, comemorações pelo dia do trabalho, olha que beleza, não!!!
Pois é, devemos ter muitos motivos para comemorar o dia do trabalho, afinal a economia do Brasil anda de vento em popa, não há anafalbetismo por aqui, não há fome no país – pois afinal de contas o fome zero do nosso letrado presidente erradicou a fome --, todos os brasileiros ganham o suficiente para comer bem, morar bem, o transporte publico de qualidade de primeiro mundo que somos, quando não, os automoveis populares são vendidos realmente com preços populares, cujo o pedreiro que ganha seu salario minimo consegue comprar sem dificuldades um carro “popular” zero kilometro, e pagar IPVA, seguro obrigatorio, gasolina, e ainda levar as crianças para comer no Mc Donald’s no fim de semana no tipico passeio familiar...
E sobre as comemorações então...
Ahhh as comemorações são espetaculares, pois afinal todos tem dinheiro pra tudo, nada mais justo do que ir no parque ver cantores populares dividindo seus talentos ao vivo nesses eventos maravilhosos...
Como fico feliz de ver o Leonardo e conpanhia nessas festas da CUT, ainda mais em pleno ano eleitoral...
Agora vamos falar a verdade né, o que temos para comemorar, sendo que na Grecia , na Alemanha, ou em outros paises onde o nivel de vida, a educação, e superior ao emergente submundo em que vivemos, fazem protestos para melhores condições e aqui temos que tolerar esses caipiras hipocritas chorando em cima do palco.
Enquanto tem mães chorando por não ter o que dar pra comer para os filhos por falta de dinheiro a “FORÇA SINDICAL” premiando alguem por alguma coisa que, me desculpem, eu ainda não entendi.
É muita falta de vergonha na cara do povo ir num lugar desses sendo que além de não ganharem nada ainda são explorados o ano inteiro...
Até quando eu vou ver o brasileiro conivente com essa pouca vergonha que é a nossa politica?
Até quando eu vou o povo ganhando pão e água e felizes com esse circo...
Como eu vi em um filme [...]” Só um afago, pro povo esquecer a chibata”[...].
Vamos lá Brasil, acordem para a realidade, vejam o que vale a pena, se é só a diversão, o carnaval e as novelas que fazem uma nação ou se é um povo lutando para ser melhor a cada dia...
E a melhor luta que vejo, não é a fisica, não é o revolver que vai trazer o poder e sim o livro, a caneta, a reflexão, a vontade de ser melhor e não deixar-se ludibriar, e deixar de serem néscios, de serem ovelhas, de mostrarem a bunda para quem pedir, de chamar o tão pobre quanto você de “doutor” só por que ele se esconde atrás de um emprego publico – seja ele qual for –e não deixar-se humilhar pelo mesmo...
A noção de qualquer senso de liberdade foi esquecida, nessa pseudo democracia, onde temos que votar por direito de obrigação, ou seja, se não o fizer é passivel de multa nem nas casas Bahia você não poderá comprar a prazo – que é outra ideia idiota essa compra à prazo, mas fica para uma proxima discussão – por que você não cumpriu suas obrigações, não foi democratico e não exerceu seu “direito” -- ??? -- de cidadão e não foi votar na bela democracia que vivemos onde comemoramos o primeiro de maio com toda a alegria que nos assola...
Mais uma vez é isso...
Até a proxima
Ramakrishna
Mais um 1º de maio e passa e é a mesma palhaçada de sempre, não é verdade?
O que vemos no nosso querido Brasil varonil???
Festas, comemorações pelo dia do trabalho, olha que beleza, não!!!
Pois é, devemos ter muitos motivos para comemorar o dia do trabalho, afinal a economia do Brasil anda de vento em popa, não há anafalbetismo por aqui, não há fome no país – pois afinal de contas o fome zero do nosso letrado presidente erradicou a fome --, todos os brasileiros ganham o suficiente para comer bem, morar bem, o transporte publico de qualidade de primeiro mundo que somos, quando não, os automoveis populares são vendidos realmente com preços populares, cujo o pedreiro que ganha seu salario minimo consegue comprar sem dificuldades um carro “popular” zero kilometro, e pagar IPVA, seguro obrigatorio, gasolina, e ainda levar as crianças para comer no Mc Donald’s no fim de semana no tipico passeio familiar...
E sobre as comemorações então...
Ahhh as comemorações são espetaculares, pois afinal todos tem dinheiro pra tudo, nada mais justo do que ir no parque ver cantores populares dividindo seus talentos ao vivo nesses eventos maravilhosos...
Como fico feliz de ver o Leonardo e conpanhia nessas festas da CUT, ainda mais em pleno ano eleitoral...
Agora vamos falar a verdade né, o que temos para comemorar, sendo que na Grecia , na Alemanha, ou em outros paises onde o nivel de vida, a educação, e superior ao emergente submundo em que vivemos, fazem protestos para melhores condições e aqui temos que tolerar esses caipiras hipocritas chorando em cima do palco.
Enquanto tem mães chorando por não ter o que dar pra comer para os filhos por falta de dinheiro a “FORÇA SINDICAL” premiando alguem por alguma coisa que, me desculpem, eu ainda não entendi.
É muita falta de vergonha na cara do povo ir num lugar desses sendo que além de não ganharem nada ainda são explorados o ano inteiro...
Até quando eu vou ver o brasileiro conivente com essa pouca vergonha que é a nossa politica?
Até quando eu vou o povo ganhando pão e água e felizes com esse circo...
Como eu vi em um filme [...]” Só um afago, pro povo esquecer a chibata”[...].
Vamos lá Brasil, acordem para a realidade, vejam o que vale a pena, se é só a diversão, o carnaval e as novelas que fazem uma nação ou se é um povo lutando para ser melhor a cada dia...
E a melhor luta que vejo, não é a fisica, não é o revolver que vai trazer o poder e sim o livro, a caneta, a reflexão, a vontade de ser melhor e não deixar-se ludibriar, e deixar de serem néscios, de serem ovelhas, de mostrarem a bunda para quem pedir, de chamar o tão pobre quanto você de “doutor” só por que ele se esconde atrás de um emprego publico – seja ele qual for –e não deixar-se humilhar pelo mesmo...
A noção de qualquer senso de liberdade foi esquecida, nessa pseudo democracia, onde temos que votar por direito de obrigação, ou seja, se não o fizer é passivel de multa nem nas casas Bahia você não poderá comprar a prazo – que é outra ideia idiota essa compra à prazo, mas fica para uma proxima discussão – por que você não cumpriu suas obrigações, não foi democratico e não exerceu seu “direito” -- ??? -- de cidadão e não foi votar na bela democracia que vivemos onde comemoramos o primeiro de maio com toda a alegria que nos assola...
Mais uma vez é isso...
Até a proxima
Ramakrishna
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
A arte do Hip-Hop HurrAAAAAAAAAAAAAA
Engraçado como as coisas são a partir do reconhecimento....
Sou desde 1993 do mundo do rap.
Sempre curtindo e uma ou outra vez tentando fazer parte tentando rimar, mas vejo que isso não é muito o que me assola, então prefiro escrever algumas coisas....
Agora vejo uma molecada chegando no rap, travando batalhas e escrevendo letras tipo “adorooooooooooo” quando na verdade tiram uns irmãos ou outros de macaco estando no mesmo ambiente em que foram criados – ou não –, criando expectativa errada ou mesmo conceito errado, que, naqueles mais leigos que curtem ou admiram o som de fulano, beltrano ou mesmo ciclano.
O que deve pensar um "cidadão do rap" que diz ser de algum movimento social, que diz que manda a mensagem pro povo e na primeira oportunidade se vende?
Na verdade a índole de alguns e coisa que se compra, e não muito caro e digo mais, quando muitos radicais – que eu já vi— pregam uma coisa, podem ter certeza, quando estão na frente de “irmãos” mudam totalmente de posição.
Isso, falo do movimento Hip Hop que vemos hoje em dia, mas podemos falar também sobre a hipocrisia das ONG’s que vemos em prol do negro, ou do pobre – que diga-se de passagem não é, e nunca vai ser a mesma coisa, um branco pobre e um negro, mas que fique pra uma próxima discussão – que dizem que lutam, mas no final das contas servem somente para interesse próprio, visando lucro e digo mais, no rap almejando à fama – que no Brasil não existe ainda a industria fonográfica lucrativa para o rap –, mas com pouca infra-estrutura, aparecem com umas “coisas” provavelmente conterrâneas balançando a bunda – feia – em um ritmo nada original e dizendo que aquilo é o verdadeiro Hip Hop.
E nas ONG's buscando o reconhecimento, prestígio social e dinheiro das fundações que fazem diversas doações.
E ainda tem o povo dos Dreadlocks que dizem que são rastafaris e seguidores de Silasie, e que são contra uma série de coisas, mas porém, quando vemos eles conversando e achando que são mais inteligentes que alguém, com uma conversa fútil, discutindo com quase cinqüenta anos assuntos que adolescentes deveriam saber para ter uma melhor vida.
Ou seja, eles necessitam de uma desculpa palpável para dizer que o “verde” é bom, justificando o erro – que diga-se de passagem cada um com seus problemas, mas desde que tenha cara o suficiente para assumir o que faz sem justificar, ou seja, não tenho um propósito real mas faço por que quero – atrás de falsas doutrinas ou de algo que realmente não dominam, pois pelo que sei sobre Silasie nunca o vi com Dreadlocks ou que a luta dele fosse viver em brisa fora da realidade.
Por isso digo, por favor poupem meus ouvidos e meus sentimentos falando que algo do tipo é musica....
È a mesma coisa que dizer que o “funk” carioca é de um imenso bom gosto, e que os conterrâneos ouvindo no celular e ainda por cima compartilhando com o resto da população usuária de coletivo é de boa conduta...
Se for, eu devo estar em algum universo paralelo ou mesmo em uma “jornada nas estrelas do mundo bizarro”.
Penso que é incabível tamanha falta de noção dos povos tanto do rap como do funk como de outros “movimentos”...
Penso que deveríamos pelo menos ser menos hipócritas e gritarmos em prol de si, ao invés de levantar a bandeira de algum movimento, dizendo ser isso ou aquilo, sendo que, seus princípios e conduta implícita dizem outra coisa...
È por ai...
Até
Ramakrishna
Engraçado como as coisas são a partir do reconhecimento....
Sou desde 1993 do mundo do rap.
Sempre curtindo e uma ou outra vez tentando fazer parte tentando rimar, mas vejo que isso não é muito o que me assola, então prefiro escrever algumas coisas....
Agora vejo uma molecada chegando no rap, travando batalhas e escrevendo letras tipo “adorooooooooooo” quando na verdade tiram uns irmãos ou outros de macaco estando no mesmo ambiente em que foram criados – ou não –, criando expectativa errada ou mesmo conceito errado, que, naqueles mais leigos que curtem ou admiram o som de fulano, beltrano ou mesmo ciclano.
O que deve pensar um "cidadão do rap" que diz ser de algum movimento social, que diz que manda a mensagem pro povo e na primeira oportunidade se vende?
Na verdade a índole de alguns e coisa que se compra, e não muito caro e digo mais, quando muitos radicais – que eu já vi— pregam uma coisa, podem ter certeza, quando estão na frente de “irmãos” mudam totalmente de posição.
Isso, falo do movimento Hip Hop que vemos hoje em dia, mas podemos falar também sobre a hipocrisia das ONG’s que vemos em prol do negro, ou do pobre – que diga-se de passagem não é, e nunca vai ser a mesma coisa, um branco pobre e um negro, mas que fique pra uma próxima discussão – que dizem que lutam, mas no final das contas servem somente para interesse próprio, visando lucro e digo mais, no rap almejando à fama – que no Brasil não existe ainda a industria fonográfica lucrativa para o rap –, mas com pouca infra-estrutura, aparecem com umas “coisas” provavelmente conterrâneas balançando a bunda – feia – em um ritmo nada original e dizendo que aquilo é o verdadeiro Hip Hop.
E nas ONG's buscando o reconhecimento, prestígio social e dinheiro das fundações que fazem diversas doações.
E ainda tem o povo dos Dreadlocks que dizem que são rastafaris e seguidores de Silasie, e que são contra uma série de coisas, mas porém, quando vemos eles conversando e achando que são mais inteligentes que alguém, com uma conversa fútil, discutindo com quase cinqüenta anos assuntos que adolescentes deveriam saber para ter uma melhor vida.
Ou seja, eles necessitam de uma desculpa palpável para dizer que o “verde” é bom, justificando o erro – que diga-se de passagem cada um com seus problemas, mas desde que tenha cara o suficiente para assumir o que faz sem justificar, ou seja, não tenho um propósito real mas faço por que quero – atrás de falsas doutrinas ou de algo que realmente não dominam, pois pelo que sei sobre Silasie nunca o vi com Dreadlocks ou que a luta dele fosse viver em brisa fora da realidade.
Por isso digo, por favor poupem meus ouvidos e meus sentimentos falando que algo do tipo é musica....
È a mesma coisa que dizer que o “funk” carioca é de um imenso bom gosto, e que os conterrâneos ouvindo no celular e ainda por cima compartilhando com o resto da população usuária de coletivo é de boa conduta...
Se for, eu devo estar em algum universo paralelo ou mesmo em uma “jornada nas estrelas do mundo bizarro”.
Penso que é incabível tamanha falta de noção dos povos tanto do rap como do funk como de outros “movimentos”...
Penso que deveríamos pelo menos ser menos hipócritas e gritarmos em prol de si, ao invés de levantar a bandeira de algum movimento, dizendo ser isso ou aquilo, sendo que, seus princípios e conduta implícita dizem outra coisa...
È por ai...
Até
Ramakrishna
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
O que vale???
Vale o que é ou o que tem???
O que temos hoje em dia?
Nada, não é verdade!!!
O que vale para o mundo hoje em dia, ser um ser pensante e critico, sendo que o que valorizam – digo a sociedade hipócrita – é o dinheiro que se ganha independente da sua função, seu cérebro e sua formação(muitas empregos subalternos tem ganhos maiores que pessoas em funções qualificadas).
Aonde nesse mundo sê-lo-ia palpável um atendedor de telefone ganhar mais que um professor ou um administrador – não formado pelas Uniesquinas – trabalhando de caixa em um empório de bairro... Há uma grande banalização do ser humano na sua essência, ou seja, aquilo que tem mais valor é o que menos é valorizado, tanto financeiramente, quanto intelectualmente.
Vejo por ai uma grande variedade néscia que, no entanto são os que mais ganham dinheiro e que tem mais prestigio publico...
Mas o que aconteceu com a inteligência?
E quando digo isso, não pense que estou falando de grandes centros acadêmicos e de mestres e doutores — que, diga-se de passagem, essa titularidade também foi banalizada – mas sim do buteco do seu João da esquina que esta cheio de “catedráticos” falando tamanhas asneiras que é praticamente impossível ficar alguns instantes na presença dos mesmos.
A idéia tomou uma proporção tão grande que no mesmo buteco estão os melhores carros estacionados na porta, com as suas carteiras recheadas de dinheiro e o preconceito latente nos rostos (desse bando) que pertencem a um cérebro que mal consegue refletir o que tenha feito durante o dia.
A ciclicidade — eterno retorno nitzscheano – do mundo nesse sentido é tão deprimente que a rotina imposta aos mesmos permitem – ou deixam de fazê-lo – que as pessoas das classes média baixa e alta não consigam pensar, a vida para eles resume-se em ir para o trabalho, voltar para casa, comer a bela pizza no sabadão – em todos os sentidos –, assistir novela e assim a vida toma – ou não – o mesmo rumo sempre.
Falo das pessoas com um dinheiro razoável para pelo menos pagar as dividas e ter o suficiente para viver bem – melhores carros foi uma mentira sem vergonha pois o brasileiro não gosta de veículos mas sim de carros mesmo – suas vidas medíocres.
Entretanto, outro ponto culminante nisso tudo são os mais pobres, aqueles que só não são – mais – miseráveis por que almoçam e jantam todos os dias – ou são – por que para eles, valor tem os operários padrões, ou seja, o resto são boêmios ou desocupados ou mesmo fanfarrões, pois aquele que tem valor é o que se mata – talento, quem deve ter é somente artista da globo, de cara bonitinha e bem afeiçoado – tendo que levantar as 5 de la matina para pegar o ônibus lotado, cheio de conterrâneos e donas Maria falando da vida – que normalmente envolve relacionamentos amorosos – e agora o que é pior temos que agüentar o povo que não conhece fones de ouvido e que querem mostrar para o mundo que tem bens e posses com um celular de “ultima geração” da China ouvindo Funck – é assim mesmo por que esse gênero não tem nem escrita certa — ou qualquer outra baboseira musical, compartilhando com todos aqueles que querem – ou não — o seu gosto (ridículo) musical.
E com isso o que constatamos? Respondo.
Que os mais valorizados são os peões ou senão as madames de centro de estética – que até barbeiro ficou “chic” – que a maioria não sabe que é uma palavra francesa e a usa por osmose – e virou nada a mais, nada a menos do que “hair stylist”.
Outra coisa que me intriga sobre valorização – ou dês – e sobre vernáculo...
O que demérita nossa língua pois o mais belo, o mais sofisticado é somente o estrangeiro...
Vejo a dona “Creusa”e o seu “menu” de opções – vamos deixar a redundância de lado não é verdade – com suas “french nails”, “chocolate brush” e cositas mas, atendendo no seu esthetic center na Cidade Ademar ou na Rua do Céu... Ah! Faça me o favor né.
Os conterrâneos não dominam o próprio vernáculo e ainda querem ser elegantes, cultos e refinados dominando a língua estrangeira – nem vamos falar sobre pronuncia pelo amor de Deus – sendo que mal sabem (pasmem) escrever em sua própria língua.
Acredito, penso, reflito – e no final “acho” — que há uma inversão de valores na sociedade...
Não somente o pobre fica mais pobre e o rico mais rico, mas o burro fica mais suscetível a ser mandado e o rico(digo rico mesmo tipo senadores e....) cada vez mais sonegando não só dinheiro e também a educação do pobre que por sua vez se contenta com carnaval, bunda, novela e morte quando se trata de noticias televisivas.
Bom, até a próxima e viva as redes de televisão....
Ramakrishna
O que temos hoje em dia?
Nada, não é verdade!!!
O que vale para o mundo hoje em dia, ser um ser pensante e critico, sendo que o que valorizam – digo a sociedade hipócrita – é o dinheiro que se ganha independente da sua função, seu cérebro e sua formação(muitas empregos subalternos tem ganhos maiores que pessoas em funções qualificadas).
Aonde nesse mundo sê-lo-ia palpável um atendedor de telefone ganhar mais que um professor ou um administrador – não formado pelas Uniesquinas – trabalhando de caixa em um empório de bairro... Há uma grande banalização do ser humano na sua essência, ou seja, aquilo que tem mais valor é o que menos é valorizado, tanto financeiramente, quanto intelectualmente.
Vejo por ai uma grande variedade néscia que, no entanto são os que mais ganham dinheiro e que tem mais prestigio publico...
Mas o que aconteceu com a inteligência?
E quando digo isso, não pense que estou falando de grandes centros acadêmicos e de mestres e doutores — que, diga-se de passagem, essa titularidade também foi banalizada – mas sim do buteco do seu João da esquina que esta cheio de “catedráticos” falando tamanhas asneiras que é praticamente impossível ficar alguns instantes na presença dos mesmos.
A idéia tomou uma proporção tão grande que no mesmo buteco estão os melhores carros estacionados na porta, com as suas carteiras recheadas de dinheiro e o preconceito latente nos rostos (desse bando) que pertencem a um cérebro que mal consegue refletir o que tenha feito durante o dia.
A ciclicidade — eterno retorno nitzscheano – do mundo nesse sentido é tão deprimente que a rotina imposta aos mesmos permitem – ou deixam de fazê-lo – que as pessoas das classes média baixa e alta não consigam pensar, a vida para eles resume-se em ir para o trabalho, voltar para casa, comer a bela pizza no sabadão – em todos os sentidos –, assistir novela e assim a vida toma – ou não – o mesmo rumo sempre.
Falo das pessoas com um dinheiro razoável para pelo menos pagar as dividas e ter o suficiente para viver bem – melhores carros foi uma mentira sem vergonha pois o brasileiro não gosta de veículos mas sim de carros mesmo – suas vidas medíocres.
Entretanto, outro ponto culminante nisso tudo são os mais pobres, aqueles que só não são – mais – miseráveis por que almoçam e jantam todos os dias – ou são – por que para eles, valor tem os operários padrões, ou seja, o resto são boêmios ou desocupados ou mesmo fanfarrões, pois aquele que tem valor é o que se mata – talento, quem deve ter é somente artista da globo, de cara bonitinha e bem afeiçoado – tendo que levantar as 5 de la matina para pegar o ônibus lotado, cheio de conterrâneos e donas Maria falando da vida – que normalmente envolve relacionamentos amorosos – e agora o que é pior temos que agüentar o povo que não conhece fones de ouvido e que querem mostrar para o mundo que tem bens e posses com um celular de “ultima geração” da China ouvindo Funck – é assim mesmo por que esse gênero não tem nem escrita certa — ou qualquer outra baboseira musical, compartilhando com todos aqueles que querem – ou não — o seu gosto (ridículo) musical.
E com isso o que constatamos? Respondo.
Que os mais valorizados são os peões ou senão as madames de centro de estética – que até barbeiro ficou “chic” – que a maioria não sabe que é uma palavra francesa e a usa por osmose – e virou nada a mais, nada a menos do que “hair stylist”.
Outra coisa que me intriga sobre valorização – ou dês – e sobre vernáculo...
O que demérita nossa língua pois o mais belo, o mais sofisticado é somente o estrangeiro...
Vejo a dona “Creusa”e o seu “menu” de opções – vamos deixar a redundância de lado não é verdade – com suas “french nails”, “chocolate brush” e cositas mas, atendendo no seu esthetic center na Cidade Ademar ou na Rua do Céu... Ah! Faça me o favor né.
Os conterrâneos não dominam o próprio vernáculo e ainda querem ser elegantes, cultos e refinados dominando a língua estrangeira – nem vamos falar sobre pronuncia pelo amor de Deus – sendo que mal sabem (pasmem) escrever em sua própria língua.
Acredito, penso, reflito – e no final “acho” — que há uma inversão de valores na sociedade...
Não somente o pobre fica mais pobre e o rico mais rico, mas o burro fica mais suscetível a ser mandado e o rico(digo rico mesmo tipo senadores e....) cada vez mais sonegando não só dinheiro e também a educação do pobre que por sua vez se contenta com carnaval, bunda, novela e morte quando se trata de noticias televisivas.
Bom, até a próxima e viva as redes de televisão....
Ramakrishna
domingo, 16 de agosto de 2009
Na moda...
Na moda ou no Brega
O que seria a moda?
Um estilo que uma pessoa que se diz entendida de roupas faz, e que todas as outras pessoas que não tem estilo nenhum segue.
Pois é, infelizmente é isso que vemos diariamente no nosso cotidiano.
Pessoas que vêem as modelos com aquelas roupas que só se usa na passarela querendo usá-las no dia a dia.
Muito bonito seria se o corpo ajudasse (não que meu padrão de beleza seja aquele das modelos, mas como estamos falando da maioria de patetas que seguem isso...), mas o que vemos por ai é um verdadeiro palco de horrores...
Mulheres “fashion” com a barriga de fora (quando é bonita não quero ver no meio do dia, mas isso é o menos mal, pior é quando a pessoa não tem espelho e não se enxerga gorda...) deixando o dia de todo mundo um pouco mais “agradável”, e a moda masculina que fica com umas calças que na minha época era de pular brejo ou quando roubam a camiseta da irmã mais nova, e se digo que não sou obrigado a ver barriga de mulher no meio da rua e no meio da tarde o que dirá da barriga de homem ás 3 horas no meio da paulista... AAARRRGH!!!
Mas tudo bem!!! Estamos na moda...
O povo tem tanta noção do que veste que não se liga de combinar vermelho com amarelo em plena quarta feira, e as meninas que vão procurar emprego com além da barriga de fora com um decote que vejo já quase alguém ordenhando a cidadã (por que diga-se de passagem não é sexy aquilo e não acredito que alguém com o mínimo de inteligência ache, mas enfim...), e o que diríamos das pessoas que passam maquiagem pesada as 7 horas da manha de uma segunda feira.... Meu Deus o que acontece com senso do ridículo?
Acho que não foi ligado, nunca nessa vida...
Mas vamos continuar.... Sem nos esquecer das paquitinhas que além de não estarem bem vestidas ainda querem ridicularizar alguém...
Vejamos um pequeno detalhe, uma bolsa, seja lá de que marca for, Gucci, Louis Vuilton, Prada, Moschinno ou algumas outras por ai, não custam menos de mil reais (estou sendo otimista...rs) e aquelas que acham que estão indo bem com essas bolsas dentro do ônibus pro terminal CAPELINHA, ou pra CIDADE TIRADENTES...
Não e nunca estou desmerecendo ninguém que mora em algum dos dois lugares, mas pensamos bem...
Quem dispõe de um dinheiro considerável para comprar uma bolsa, ou seja, um porta objetos, a qual qualquer sacola de supermercados o faz e muito bem, andaria de ônibus seja pra qualquer lugar do mundo.... NUNCAAAAAAAAAAA....
Por que venhamos e convenhamos, quem tem dinheiro pra pagar em algo tão supérfluo não andaria de ônibus e garanto que teria no mínimo suas necessidades básicas sanadas, ou seja, não precisaria acordar cedo pra trabalhar, ser humilhado pelo chefe (que se vermos bem ou a esposa dele, ou a própria chefe tem uma bolsa dessa ou melhor muitos objetos da coleção que compraram nos Estados Unidos e não no camelo da Praça da Sé) e ainda ganhar R$ 500,00 mensais...
Mas enfim, elas estão na moda e os homens digo o mesmo, até por que o que vejo de camiseta Diesel, Armani, Dolce Gabanna por ai não esta escrito. Como se fosse a coisa mais barata. O mais triste é que andam com pinta de camisa original (nem preciso comentar mais preços né...). E isso não fica restrito só aos ônibus não, muita balada de “playboy” que toca musica eletrônica ou mesmo as “raves” por ai tem disso...
Então de coração pessoal, prefiro ficar com meus jeans básicos (e largos), minha camiseta branca da Hering, e garanto pra muita gente que estou e estarei muito melhor vestido que muita gente na moda por ai, mas deixa eu continuar brega, pois estou muito bem assim....
Ah sim...
Em uma próxima oportunidade podemos comentar do povo que esconde a (in)capacidade ou a competência atrás de uma gravata da vinte e cinco (que nem um nó bonito consegue fazer), que parecem andando como os irmãos caras de pau (the blue brothers),rs....
Até a próxima....
Ramakrishna
O que seria a moda?
Um estilo que uma pessoa que se diz entendida de roupas faz, e que todas as outras pessoas que não tem estilo nenhum segue.
Pois é, infelizmente é isso que vemos diariamente no nosso cotidiano.
Pessoas que vêem as modelos com aquelas roupas que só se usa na passarela querendo usá-las no dia a dia.
Muito bonito seria se o corpo ajudasse (não que meu padrão de beleza seja aquele das modelos, mas como estamos falando da maioria de patetas que seguem isso...), mas o que vemos por ai é um verdadeiro palco de horrores...
Mulheres “fashion” com a barriga de fora (quando é bonita não quero ver no meio do dia, mas isso é o menos mal, pior é quando a pessoa não tem espelho e não se enxerga gorda...) deixando o dia de todo mundo um pouco mais “agradável”, e a moda masculina que fica com umas calças que na minha época era de pular brejo ou quando roubam a camiseta da irmã mais nova, e se digo que não sou obrigado a ver barriga de mulher no meio da rua e no meio da tarde o que dirá da barriga de homem ás 3 horas no meio da paulista... AAARRRGH!!!
Mas tudo bem!!! Estamos na moda...
O povo tem tanta noção do que veste que não se liga de combinar vermelho com amarelo em plena quarta feira, e as meninas que vão procurar emprego com além da barriga de fora com um decote que vejo já quase alguém ordenhando a cidadã (por que diga-se de passagem não é sexy aquilo e não acredito que alguém com o mínimo de inteligência ache, mas enfim...), e o que diríamos das pessoas que passam maquiagem pesada as 7 horas da manha de uma segunda feira.... Meu Deus o que acontece com senso do ridículo?
Acho que não foi ligado, nunca nessa vida...
Mas vamos continuar.... Sem nos esquecer das paquitinhas que além de não estarem bem vestidas ainda querem ridicularizar alguém...
Vejamos um pequeno detalhe, uma bolsa, seja lá de que marca for, Gucci, Louis Vuilton, Prada, Moschinno ou algumas outras por ai, não custam menos de mil reais (estou sendo otimista...rs) e aquelas que acham que estão indo bem com essas bolsas dentro do ônibus pro terminal CAPELINHA, ou pra CIDADE TIRADENTES...
Não e nunca estou desmerecendo ninguém que mora em algum dos dois lugares, mas pensamos bem...
Quem dispõe de um dinheiro considerável para comprar uma bolsa, ou seja, um porta objetos, a qual qualquer sacola de supermercados o faz e muito bem, andaria de ônibus seja pra qualquer lugar do mundo.... NUNCAAAAAAAAAAA....
Por que venhamos e convenhamos, quem tem dinheiro pra pagar em algo tão supérfluo não andaria de ônibus e garanto que teria no mínimo suas necessidades básicas sanadas, ou seja, não precisaria acordar cedo pra trabalhar, ser humilhado pelo chefe (que se vermos bem ou a esposa dele, ou a própria chefe tem uma bolsa dessa ou melhor muitos objetos da coleção que compraram nos Estados Unidos e não no camelo da Praça da Sé) e ainda ganhar R$ 500,00 mensais...
Mas enfim, elas estão na moda e os homens digo o mesmo, até por que o que vejo de camiseta Diesel, Armani, Dolce Gabanna por ai não esta escrito. Como se fosse a coisa mais barata. O mais triste é que andam com pinta de camisa original (nem preciso comentar mais preços né...). E isso não fica restrito só aos ônibus não, muita balada de “playboy” que toca musica eletrônica ou mesmo as “raves” por ai tem disso...
Então de coração pessoal, prefiro ficar com meus jeans básicos (e largos), minha camiseta branca da Hering, e garanto pra muita gente que estou e estarei muito melhor vestido que muita gente na moda por ai, mas deixa eu continuar brega, pois estou muito bem assim....
Ah sim...
Em uma próxima oportunidade podemos comentar do povo que esconde a (in)capacidade ou a competência atrás de uma gravata da vinte e cinco (que nem um nó bonito consegue fazer), que parecem andando como os irmãos caras de pau (the blue brothers),rs....
Até a próxima....
Ramakrishna
quinta-feira, 6 de agosto de 2009


R.I.P Sho Nuff
Com muito pesar, e apesar de ter passado um tempo considerável, venho dividir com todos e com muita tristeza sobre a morte de um dos ícones de uma década...
Quem não se lembra do maior dos vilões que aparecera em filme de negros(e artes marciais) até hoje...
Pois é, no último verão, morreu nosso memorável Sho Nuff (Julius J. Carry III), de câncer no pâncreas.
De muitos trabalhos que Carry fez, o mais conhecido deles foi mesmo como Sho Nuff, que marcou toda uma época, mesmo porque quem lembra do Leroy no filme, acredito que quase ninguém, mas quando falo sobre o negro cabeludo, vestido de vermelho no filme O Ultimo Dragão, todos lembram do Sho Nuff, com direito a nome e tudo...
Mais uma grande perda pra nós... Mas é regra da vida, não!!!
Mas, então é isso pessoal....
Que nosso eterno Sho Nuff descanse em paz...
R.I.P Julius J. Carry III A.K.A Sho Nuff...
Biography
http://movies.amctv.com/person/11348/Julius-J-III-Carry/details
Sho nuff….
http://www.youtube.com/watch?v=Lnsg0jDbHk4
Ramakrishna
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