A favor do casamento gay!!!
Como sempre digo, não sou contra gays em geral, mas não gosto de viadinho.
Vejam bem, todos pregamos ser iguais perante a lei e conforme o artigo 5º da constituição, realmente somos? Porém, muitas pessoas pregam a igualdade, ser iguais mas o que cunha em sermos iguais.
Temos aqui no Brasil vários pseudo-s movimentos, por exemplo, no dia 1º de maio temos o dia do trabalho e nossas centrais sindicais, ao invés de lutar por direitos melhores do trabalhador fazem festas e dão prêmios para o pobre, conforme os gregos, é a cultura do pão e circo para ludibriar o néscio, que deixa-se fazer. Temos também muitas outras manifestações que dizem ser de esquerda, mas como disse um ilustre político:
“O poder é como um violino, nós pegamos pela esquerda e tocamos pela direita.”
Sendo assim, há no Brasil, reiterando, muitos pseudo-s movimentos, que mais um citado e que não causa repercussão nenhuma foi o da tarifa de ônibus, que na minha opinião, só causou algazarra e agora, apesar de ser cômico, o do churrascão em frente a quase, não futura estação de metrô da avenida Angélica.
Agora veja bem, na dificuldade em que anda o Brasil, seja financeiramente, seja na área educacional, seja na área no mercado de trabalho temos inúmeras deficiências não divulgadas pela mídia.
Temos aqui além de profissionais, em todas os campos, mal remunerados, mal preparados – graças as uniesquinas espalhadas por ai – e mal empregados, pois as empresas não empregam aqui no Brasil – a maioria delas, principalmente no mundo corporativo – por perfil de imagem e não de capacidade, sobrevivendo no submundo que é o Brasil e isso é o que chamamos de superficialidade que supera a velocidade, pois a necessidade do Brasil em crescer e ver o povo evoluir em diversos campos é utópica.
Então penso que a vida do brasileiro é um tanto quanto fútil, mesmo porque somos o país das chuteiras e vemos que, os inventores do futebol tem muito mais cultura acadêmica e de seu próprio povo e país – isso porque chamam o futebol de tradição nacional e de paixão –, mas que tem a mesma ou mais tradição no esporte que nós – e não considero talento, pois realmente não desprezo o que temos, tanto que exportamos atletas – e nem por isso se matam ou são menos cultos, mesmo porque uma criança do país que inventou a “nossa tradição”, pode até não conhecer toda sua obra mas conhece no mínimo o nome de Shakespeare, e em contra partida, uma mesma criança do nosso pais, nossa pátria de chuteiras não sabe e nunca ouviu falar, e digo como comparação principalmente em neologismos, nosso Guimarães Rosa, e não sabem na verdade nem o que é neologismo, super cultura nossa pátria amada.
A defasagem cultural aqui é tão imensa que estamos dando importância – mesmo os mais radicais – a um projeto de lei que regulariza uma união homo afetiva como se isso fosse influenciar em nossa vida – e digo como hetero --, a mídia coloca isso em pauta a todo momento e o que era uma vergonha ontem, hoje é motivo de orgulho.
Como disse e reitero, não sou contra opção sexual de ninguém mesmo porque não fará diferença na minha vida, mas acho que se eles querem lutar por um direito que é deles, porque não o fazem de outra forma...
Digo mais, quando é em prol das cotas toda a mídia esquece-se da contribuição do negro para esse país, ou melhor, quando se fala em cotas, pseudo negros que vão buscar em sua arvore genealógica um avo escravo da primeira remessa dos que vieram – mesmo tendo cabelo loiro e de lente verde como eu já vi – se auto identificando como negro, nenhuma mídia inibe esse comportamento ou da vazão a esse tipo de informação, muito pelo contrario, colocam um “mulatinho” radical, que não sabe de nada, tampouco de sua própria historia falando que não quer esmola de ninguém e que as cotas são humilhação, ai pergunto:
E a humilhação que passamos durante 500 anos e que passamos até hoje?
O governo está tão empenhado nisso que as ultimas viradas culturais que tiveram menos – e ainda – a desse ano foi e coincidiu com o dia 20 de novembro, interessante, não?
E o pior, ninguém se deu conta disso, muito pelo contrario, na primeira as bandas anteriores ao Racionais Mc´s já deixaram o povo incitado à bagunça, mas todavia o show dos negros paulistanos que, agem como negros e falam como negros e que cantam na suas letras para o negro e falam mal do sistema e não sobre a lua, o mar,o lual, a garota, a praia, que explodiu a briga, trazendo para mídia a imagem deturpada do negro
Mas o bonito e fazer manifestação, parada gay, com milhão de pessoas, que saem de casa para exibir seus corpos, para fazerem “bonito” perante a grande mídia, e quando divulgam alguma briga ou arruaça e de grupos radicais – e nunca tradicionais, podem perceber – que estão agindo como animais e ferindo o direito do cidadão de ir e vir. Mas vejam bem, onde fica o pudor ou será que só pra mim é ofensivo e agressivo dois machos barbados se beijando em pleno jornal nacional ou gogo boys – que dizem ser heteros, HAHAHA – rebolando de sunga no horário nobre. Ah façam-me o favor!!!
Tantas coisas para nos preocuparmos e vamos dar ênfase a casamentos gays, se aprovarem muito bem, senão não elejam quem votou contra, mas ficar dando ênfase a isso quando a educação aqui esta do jeito que esta, o pobre comendo cada vez pior, o rico, aquele que elegemos pra nos representar quadriplicando sua fortuna através do cargo que “democraticamente” demos pra ele, e mesmo assim queremos ficar debatendo casamento gay?
Olha o numero de besteiras que o brasileiro, que se diz culto, fez em menos de um ano:
1- Elegemos o Tiririca, que alem de ter um cargo na educação – piada né --, ainda conseguiu nomear cinco safados que sabemos da corrupção cometida por eles e no entanto elegemos um palhaço, em sinal de protesto – contra quem? – que trouxe com ele todos esses corruptos.
2- Quase elegemos novamente o Maluf.
3- Quase elegemos novamente o Collor.
4- Participamos de maias um primeiro de maio e fizemos festa como se o emprego aqui suprisse nossas necessidades básicas.
5- Participaram da maior parada gay do planeta (como se São Paulo fosse tão liberto de estigmas como Londres ou Nova Yorque)
6- Entramos em crise, graças em partes aos produtos que produzimos mas que são subsidiados por outros países, e então não podíamos exportar e não temos cacife para consumir nosso produto “for export”.
Então, aonde estamos, em que mundo vivemos que valores estão deturpados.
Não que seja a favor do cidadão de bem, mas aonde fica a família brasileira ou será que todos os pais e mães são felizes de verem seus bebes – pois filhos serão sempre bebês pros pais --, aqueles que cuidamos quando crianças, que demos amor, que compreendemos, que ensinamos, ver beijando um ser do mesmo sexo em horário nobre...
Preciamos rever valores...
Ramakrishna
Todas as ideias postadas derivam de devaneios urbanos, sociedade do submundo, oriunda de pessoas pensantes e em desacordo com tudo aquilo que visa a descapacidade de pensar da população... Ah sim!!! Se tiverem ideias por favor divulguem... E como digo, pra ficar bom, sempre um boazinha... hehe
quarta-feira, 18 de maio de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Retorica de formatura... orador... hehe
Um dia virá em que só se terá um único pensamento: Educação (F. Nietzsche)
O quanto perdemos para estarmos aqui hoje? Noites de sono? Passeio com amigos ou namoradas (os)?
De muitas coisas nos privamos para estarmos aqui hoje, para sermos homenageados, para estarmos em um patamar um pouco mais elevado, para começarmos a próxima etapa do fado que nos apraz, procurando um lugar entre os melhores.
Talvez, para muitos de nós não tenha sido uma perda, mas um ganho, pois nos privamos sim, mas estamos nos dando esse orgulho.
E se nos privamos de muitas coisas, então o que ganhamos?
Conseguimos extrair, dos nossos mestres, aquilo que nunca conseguirão nos tirar: o conhecimento.
Tínhamos um milhão de sonhos, bens quase nada, momentos risonhos, tensos, não sei, quantas madrugadas em desencontros com nosso sono, nosso sagrado descanso.
E agora poderemos realizar esse sonho, aliás, estamos realizando um deles hoje.
Entorpecemos-nos, todas essas madrugadas, de conhecimento, ficamos tresloucados de tantas informações, que nos foram e irão ser sempre úteis.
E como disse Krishna “No mundo mental, pensar é agir.”. Aprendemos a pensar, a refletir, a analisar, então de acordo com essa premissa, mesmo estáticos fisicamente estamos em constante movimento, em constante elevação.
E em prol de que fizemos isso?
Dessa primeira conquista, desse primeiro passo, desse pequeno degrau que conseguimos subir.
O conhecimento que adquirimos graças àqueles que nos conduziram por esse vale infindável, foi, será surpreendente, impagável, o que nos proporcionaram não tem preço, é inestimável.
A partir do momento que escolhemos nossas carreiras, entramos em sala de aula, queremos muito mais que um simples diploma, queremos tomar deles aquilo que não irá fazer-lhes falta, que nos darão com um imenso prazer, àqueles que se propuseram de coração a serem nossos mestres, os condutores do nosso saber.
Agradecemos àqueles que, queridos nossos, suportaram nossa ausência, em momentos em que fizemos falta e àqueles que tentaram nos tirar do nosso caminho agradecemos também, pois sem eles não valorizaríamos e saberíamos que somos melhores do que eles desejaram e agradecemos principalmente a nós mesmos por sermos perpendiculares em nosso caminho em busca do conhecimento.
Nossa vida a partir de hoje tem um rumo diferente, temos a pulcridade do conhecimento, deixamos as trevas dos néscios, adquirimos a sublimidade de seres pensantes.
Agradeço a minha mãe, ou melhor, a todas as mães ou melhor ainda, a todas as mulheres que estiveram em nossas vidas, por serem nosso símbolo vital, a nossa fonte inspiradora, nosso alicerce, a sensibilidade cabível a elas, o ventre que nos concebeu, a vida que representam, a Afrodite Uraniana agregada a cada uma delas.
Agradeço aos homens, pela virilidade, que sem ela, não seriamos corajosos, a ponto de trilharmos com coragem e determinação, superando os obstáculos que apareceram, valorizar o deus Modi que existe em cada um deles, seja pai, seja filho, seja tio ou aquele presente nos momentos em que mais precisamos desse exemplo viril em nossas vidas.
Lamentamos a ausência daqueles que nos deixaram no meio desse caminho, que hoje, fora do plano físico, nos observam, e acredito eu que estão felizes, por verem que tivemos mais uma vitória em nossas vidas, e que como em algum momento de sua vida disse o saudoso Guimarães Rosa “As pessoas não morrem, ficam encantadas.” Agradecemos a todos eles que fazem falta, mas que foram a força que precisávamos para estarmos aqui e iremos sempre precisar da memória deles conosco.
Que sejamos iluminados no caminho que escolhemos e que tenhamos o respaldo daqueles que nos cercam.
Somos privilegiados por estarmos aqui hoje, por ter atravessado todo esse mar de dificuldades e cada um em seu momento já pensou em desistir e não o fez, por acreditar que em um futuro, por acreditar que isso é a melhor fase da vida.
Nunca mais teremos momentos, que na faculdade foram únicos pois, encontramos amigos para a vida, brigamos, discutimos, discordamos uns dos outros, encontramos amores passageiros e muitos eternos, encontramos família, coisa que, não teremos isso nesse ambiente novamente e iremos sentir falta, tanto dos colegas de sala, quanto da perturbação com aqueles montes de perguntas aos mestres e até mesmo as pessoas que tivemos menos afinidade não sairá de nosso pensamento porque o momento universitário é único e também impagável.
Agradecemos a força superior por nos proporcionar esse momento único para nós a cada aula, a cada minuto, a cada segundo que estivemos em companhia dos nossos mestres, dos nossos amigos e dos nossos colegas e que daqui em diante sejamos felizes, de formas diferentes, com experiências diferentes, tanto profissional, como pessoal, mas que sejamos felizes, ontem, amanhã e sempre em nossas vidas.
Ramakrishna
O quanto perdemos para estarmos aqui hoje? Noites de sono? Passeio com amigos ou namoradas (os)?
De muitas coisas nos privamos para estarmos aqui hoje, para sermos homenageados, para estarmos em um patamar um pouco mais elevado, para começarmos a próxima etapa do fado que nos apraz, procurando um lugar entre os melhores.
Talvez, para muitos de nós não tenha sido uma perda, mas um ganho, pois nos privamos sim, mas estamos nos dando esse orgulho.
E se nos privamos de muitas coisas, então o que ganhamos?
Conseguimos extrair, dos nossos mestres, aquilo que nunca conseguirão nos tirar: o conhecimento.
Tínhamos um milhão de sonhos, bens quase nada, momentos risonhos, tensos, não sei, quantas madrugadas em desencontros com nosso sono, nosso sagrado descanso.
E agora poderemos realizar esse sonho, aliás, estamos realizando um deles hoje.
Entorpecemos-nos, todas essas madrugadas, de conhecimento, ficamos tresloucados de tantas informações, que nos foram e irão ser sempre úteis.
E como disse Krishna “No mundo mental, pensar é agir.”. Aprendemos a pensar, a refletir, a analisar, então de acordo com essa premissa, mesmo estáticos fisicamente estamos em constante movimento, em constante elevação.
E em prol de que fizemos isso?
Dessa primeira conquista, desse primeiro passo, desse pequeno degrau que conseguimos subir.
O conhecimento que adquirimos graças àqueles que nos conduziram por esse vale infindável, foi, será surpreendente, impagável, o que nos proporcionaram não tem preço, é inestimável.
A partir do momento que escolhemos nossas carreiras, entramos em sala de aula, queremos muito mais que um simples diploma, queremos tomar deles aquilo que não irá fazer-lhes falta, que nos darão com um imenso prazer, àqueles que se propuseram de coração a serem nossos mestres, os condutores do nosso saber.
Agradecemos àqueles que, queridos nossos, suportaram nossa ausência, em momentos em que fizemos falta e àqueles que tentaram nos tirar do nosso caminho agradecemos também, pois sem eles não valorizaríamos e saberíamos que somos melhores do que eles desejaram e agradecemos principalmente a nós mesmos por sermos perpendiculares em nosso caminho em busca do conhecimento.
Nossa vida a partir de hoje tem um rumo diferente, temos a pulcridade do conhecimento, deixamos as trevas dos néscios, adquirimos a sublimidade de seres pensantes.
Agradeço a minha mãe, ou melhor, a todas as mães ou melhor ainda, a todas as mulheres que estiveram em nossas vidas, por serem nosso símbolo vital, a nossa fonte inspiradora, nosso alicerce, a sensibilidade cabível a elas, o ventre que nos concebeu, a vida que representam, a Afrodite Uraniana agregada a cada uma delas.
Agradeço aos homens, pela virilidade, que sem ela, não seriamos corajosos, a ponto de trilharmos com coragem e determinação, superando os obstáculos que apareceram, valorizar o deus Modi que existe em cada um deles, seja pai, seja filho, seja tio ou aquele presente nos momentos em que mais precisamos desse exemplo viril em nossas vidas.
Lamentamos a ausência daqueles que nos deixaram no meio desse caminho, que hoje, fora do plano físico, nos observam, e acredito eu que estão felizes, por verem que tivemos mais uma vitória em nossas vidas, e que como em algum momento de sua vida disse o saudoso Guimarães Rosa “As pessoas não morrem, ficam encantadas.” Agradecemos a todos eles que fazem falta, mas que foram a força que precisávamos para estarmos aqui e iremos sempre precisar da memória deles conosco.
Que sejamos iluminados no caminho que escolhemos e que tenhamos o respaldo daqueles que nos cercam.
Somos privilegiados por estarmos aqui hoje, por ter atravessado todo esse mar de dificuldades e cada um em seu momento já pensou em desistir e não o fez, por acreditar que em um futuro, por acreditar que isso é a melhor fase da vida.
Nunca mais teremos momentos, que na faculdade foram únicos pois, encontramos amigos para a vida, brigamos, discutimos, discordamos uns dos outros, encontramos amores passageiros e muitos eternos, encontramos família, coisa que, não teremos isso nesse ambiente novamente e iremos sentir falta, tanto dos colegas de sala, quanto da perturbação com aqueles montes de perguntas aos mestres e até mesmo as pessoas que tivemos menos afinidade não sairá de nosso pensamento porque o momento universitário é único e também impagável.
Agradecemos a força superior por nos proporcionar esse momento único para nós a cada aula, a cada minuto, a cada segundo que estivemos em companhia dos nossos mestres, dos nossos amigos e dos nossos colegas e que daqui em diante sejamos felizes, de formas diferentes, com experiências diferentes, tanto profissional, como pessoal, mas que sejamos felizes, ontem, amanhã e sempre em nossas vidas.
Ramakrishna
Sejamos dramaticos...
Excesso de drama
Como pode ser fácil viver sem drama em nossas vidas???
Muitas pessoas fazem questão de buscar conflitos na vida, caçam problemas ao invés de manter-se ou ocupar a cabeça de forma produtiva, cultural, sei lá, há uma série de meios.
Nossas vidas poderiam ser bem mais simples, mas não, as pessoas parecem que divertem-se tendo ou criando problemas para os alheios.
Tempo que, em muitas ocasiões poderiam ser utilizados de forma aprazível à todos, de forma com que, por exemplo, casais assistissem mais filmes, lessem mais livros juntos, discutissem, não a relação, mas uma tese duvidosa que por ventura leram em algum lugar, ou algum bom filme que não seja ficção de Hollywood – utópico não, rs – mas preferem, sim, terem discussões de relacionamento constantes -- ou regravação em “Hollyrerecordwood” né, pois agora só vivem disso, rs – mas preferem ver novelas, Big Brother, ou cositas do gênero.
Homens e mulheres neuróticos com possíveis traições, pessoas surtando com aquilo que todavia ira ou mesmo não tendo certeza que não vai acontecer ou não aconteceu, são coisas que não temos certeza, mas nos preocupamos e ficamos enchendo o saco alheio com frustrações que deveríamos sanar nós mesmos – a única vantagem que vejo é a do psicólogo que fica cada vez mais abastado financeiramente.
Como diz Sêneca em epistolas escritas ao amigo que ninguém realmente sabe que existiu – e para não ter citações literárias, vou sintetizar a idéia --, todo acontecimento na vida é passageiro, ou seja, morremos a cada ato que finalizamos, ainda assim morremos a cada momento, e não nos acostumamos com a idéia da morte, achamos que a morte é algo distante, que vai nos acontecer, mas somente quando estivermos preparados física e psicologicamente. Mas na verdade a morte espreita de soslaio em torno de nós.
Temos que nos conscientizar que, na vida somos solitários, as pessoas agregam valores, mas não mais que isso em nossa vida – mas tem as que subtraem --, mas que para alem disso somos únicos, seres pensantes, cada um com sua índole, valores, consciência e o mais importante de tudo, individualidade.
Respeitar o espaço e a individualidade alheia é já um passo importante para o reconhecimento e a ausência do drama.
Como em algum momento da vida uma amiga disse-me: “A paz é a ausência do drama, e o drama é opcional”, coisa que, concordo em gênero, numero e grau, podemos com isso evitar diversas situações, constrangimentos, ou mesmo comportamentos arredios em nossa vida – eu e minhas costas que o digam, rs --, pois isso causa uma série de conseqüências para o nosso corpo, e de acordo com varias filosofias, nosso corpo é um templo e devemos preservá-lo.
Mas como preserva um templo se toda hora tem um vândalo tentando destruí-lo, e o pior, de dentro para fora.
Pergunto-me todas às vezes sobre o conceito de normalidade e toda vez chego à mesma conclusão de que as pessoas não têm mais nada para fazer da vida do que fuçar a vida alheia e não contentes com isso ainda perturbam o sossego alheio.
Não sei se esse conceito de normalidade – mais um né -- e mais um fatal erro de conduta, mas como os cidadãos de bem sente-se bem em fuçar ou bisbilhotar a vida dos outros e achar que isso é belo, sim estou citando a Big besteira Brasil – doravante BBB --, que da a sensação dos idiotas de plantão de que controlam alguma coisa, que são donos de alguma situação, a “globoalização” delega aos estúpidos o poder de dramatizar a vida dos outros idiotas – que pelo menos tem um motivo pra serem idiotas pois recebem bem para se manter naquele papel ridículo de ser observado – que estão dentro de uma casa, estúpida, tendo comportamentos considerados normais, ou seja, mais uma novela da vida real.
Agora como fica os idiotas dos brasileiros que ao invés de lerem algum livro ficam ligados no “plin plin” fuçando a vida alheia.
Ficam mais ou menos com um discurso da seguinte forma “ Nois num tem oportunidade pruque nois é pobre e u guverno num oia pelus pobre não”.
Como diria Guevara, “Se há governo, sou contra” e partilho da mesma conversa, mas o governo da subsidio – mínimo – para a educação e como tenho visto por ai, os kits – para alem da roupa e do material – de livros são com títulos muito bons que se na minha época tivesse tido acesso a esse universo de informações que os jovens tem hoje, estaria em um melhor patamar.
Mas são os mesmos pensantes que dão com uma mão e tiram com a outra e entregam além de livro pro povo – que, diga-se de passagem, vira calço pra mesa aonde esta a telinha que visualiza o nosso tão bem querido plin plin --, dão o futebol, o BBB, as novelas e os programas de dramas como Brasil Urgente e outros do gênero, para ter mais drama na vida do povo...
Pelo momento é só (eu acho)!!!
Até a próxima...
Ramakrishna
Como pode ser fácil viver sem drama em nossas vidas???
Muitas pessoas fazem questão de buscar conflitos na vida, caçam problemas ao invés de manter-se ou ocupar a cabeça de forma produtiva, cultural, sei lá, há uma série de meios.
Nossas vidas poderiam ser bem mais simples, mas não, as pessoas parecem que divertem-se tendo ou criando problemas para os alheios.
Tempo que, em muitas ocasiões poderiam ser utilizados de forma aprazível à todos, de forma com que, por exemplo, casais assistissem mais filmes, lessem mais livros juntos, discutissem, não a relação, mas uma tese duvidosa que por ventura leram em algum lugar, ou algum bom filme que não seja ficção de Hollywood – utópico não, rs – mas preferem, sim, terem discussões de relacionamento constantes -- ou regravação em “Hollyrerecordwood” né, pois agora só vivem disso, rs – mas preferem ver novelas, Big Brother, ou cositas do gênero.
Homens e mulheres neuróticos com possíveis traições, pessoas surtando com aquilo que todavia ira ou mesmo não tendo certeza que não vai acontecer ou não aconteceu, são coisas que não temos certeza, mas nos preocupamos e ficamos enchendo o saco alheio com frustrações que deveríamos sanar nós mesmos – a única vantagem que vejo é a do psicólogo que fica cada vez mais abastado financeiramente.
Como diz Sêneca em epistolas escritas ao amigo que ninguém realmente sabe que existiu – e para não ter citações literárias, vou sintetizar a idéia --, todo acontecimento na vida é passageiro, ou seja, morremos a cada ato que finalizamos, ainda assim morremos a cada momento, e não nos acostumamos com a idéia da morte, achamos que a morte é algo distante, que vai nos acontecer, mas somente quando estivermos preparados física e psicologicamente. Mas na verdade a morte espreita de soslaio em torno de nós.
Temos que nos conscientizar que, na vida somos solitários, as pessoas agregam valores, mas não mais que isso em nossa vida – mas tem as que subtraem --, mas que para alem disso somos únicos, seres pensantes, cada um com sua índole, valores, consciência e o mais importante de tudo, individualidade.
Respeitar o espaço e a individualidade alheia é já um passo importante para o reconhecimento e a ausência do drama.
Como em algum momento da vida uma amiga disse-me: “A paz é a ausência do drama, e o drama é opcional”, coisa que, concordo em gênero, numero e grau, podemos com isso evitar diversas situações, constrangimentos, ou mesmo comportamentos arredios em nossa vida – eu e minhas costas que o digam, rs --, pois isso causa uma série de conseqüências para o nosso corpo, e de acordo com varias filosofias, nosso corpo é um templo e devemos preservá-lo.
Mas como preserva um templo se toda hora tem um vândalo tentando destruí-lo, e o pior, de dentro para fora.
Pergunto-me todas às vezes sobre o conceito de normalidade e toda vez chego à mesma conclusão de que as pessoas não têm mais nada para fazer da vida do que fuçar a vida alheia e não contentes com isso ainda perturbam o sossego alheio.
Não sei se esse conceito de normalidade – mais um né -- e mais um fatal erro de conduta, mas como os cidadãos de bem sente-se bem em fuçar ou bisbilhotar a vida dos outros e achar que isso é belo, sim estou citando a Big besteira Brasil – doravante BBB --, que da a sensação dos idiotas de plantão de que controlam alguma coisa, que são donos de alguma situação, a “globoalização” delega aos estúpidos o poder de dramatizar a vida dos outros idiotas – que pelo menos tem um motivo pra serem idiotas pois recebem bem para se manter naquele papel ridículo de ser observado – que estão dentro de uma casa, estúpida, tendo comportamentos considerados normais, ou seja, mais uma novela da vida real.
Agora como fica os idiotas dos brasileiros que ao invés de lerem algum livro ficam ligados no “plin plin” fuçando a vida alheia.
Ficam mais ou menos com um discurso da seguinte forma “ Nois num tem oportunidade pruque nois é pobre e u guverno num oia pelus pobre não”.
Como diria Guevara, “Se há governo, sou contra” e partilho da mesma conversa, mas o governo da subsidio – mínimo – para a educação e como tenho visto por ai, os kits – para alem da roupa e do material – de livros são com títulos muito bons que se na minha época tivesse tido acesso a esse universo de informações que os jovens tem hoje, estaria em um melhor patamar.
Mas são os mesmos pensantes que dão com uma mão e tiram com a outra e entregam além de livro pro povo – que, diga-se de passagem, vira calço pra mesa aonde esta a telinha que visualiza o nosso tão bem querido plin plin --, dão o futebol, o BBB, as novelas e os programas de dramas como Brasil Urgente e outros do gênero, para ter mais drama na vida do povo...
Pelo momento é só (eu acho)!!!
Até a próxima...
Ramakrishna
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Para a mulher real, um real poema...
Invocação a mulher única
Tu, pássaro – mulher de leite! Tu que carrega as lívidas glândulas do amor acima do sexo infinito
Tu, que perpetuas o desespero humano – alma desolada da noite sobre o frio das águas – tu
Tédio escuro, mal da vida – fonte! Jamais... jamais... (que o poema receba minhas lágrimas!...)
Dei-te um mistério: um ídolo, uma catedral, uma prece são menos reais que três partes sangrentas do meu coração em martírio
E hoje meu corpo nu estilhaça os espelhos e o mal está em mim e a minha carne é aguda
E eu trago crucificadas mil mulheres cuja santidade dependeria apenas de um gesto teu sobre o espaço em harmonia.
Pobre eu! Sinto-me tão tu mesma, meu belo cisne, minha vida, minha bela, bela graça, fêmea
Feita de diamantes e cuja postura lembra um templo adormecido numa velha madrugada de lua...
A minha ascendência de heróis: assassinos, ladrões, estupradores, onanistas – negações do bem: o Antigo Testamento! – a minha descendência
De poetas: puros, selvagens, líricos, inocentes: o Novo Testamento – afirmações do bem: duvida
(Duvida mais fácil que a fé, mais transigente que a esperança, mais oportuna que a caridade
Duvida, madrasta do gênio) – tudo, tudo se esboroa ante a visão do teu vento púbere, Alma do Pai, coração do filho, carne do Santo Espírito, amém!
Tu, criança! Cujo olhar faz crescer os brotos dos sulcos da terra - perpetuação do êxtase
Criatura, mais que nenhuma outra, porque nasceste fecunda pelos astros - mulher!
Mulher que eu amo, criança que eu amo, ser ignorado , essência perdida num ar de inverno...
Não me deixes morrer!... eu, homem - fruto da terra – eu, homem - fruto do pensamento – eu, homem – fruto da carne
Eu carrego o peso da tara e me rejubilo, eu que carrego os sinos do sêmen que se rejubilam da carne
Eu que sou um grito perdido no primeiro vazio à procura de um Deus que é o vazio ele mesmo!
Não me deixes partir... – as viagens remontam à vida!... e por que eu partiria se és a vida, se há em ti a viagem muito pura
A viagem do amor que não volta que me faz sonhar do mais funda da minha poesia
Com uma grande extensão de corpo e alma – uma montanha imensa e desdobrada – por onde eu iria caminhando
Até o âmago e riria e beberia da fonte mais doce e me enlanguesceria e dormiria eternamente como uma múmia egípcia
No invólucro da Natureza que és tu mesma, coberta da tua pele que é a minha própria – oh mulher, espécie adorável da poesia eterna!
Vinicius de Moraes
Tu, pássaro – mulher de leite! Tu que carrega as lívidas glândulas do amor acima do sexo infinito
Tu, que perpetuas o desespero humano – alma desolada da noite sobre o frio das águas – tu
Tédio escuro, mal da vida – fonte! Jamais... jamais... (que o poema receba minhas lágrimas!...)
Dei-te um mistério: um ídolo, uma catedral, uma prece são menos reais que três partes sangrentas do meu coração em martírio
E hoje meu corpo nu estilhaça os espelhos e o mal está em mim e a minha carne é aguda
E eu trago crucificadas mil mulheres cuja santidade dependeria apenas de um gesto teu sobre o espaço em harmonia.
Pobre eu! Sinto-me tão tu mesma, meu belo cisne, minha vida, minha bela, bela graça, fêmea
Feita de diamantes e cuja postura lembra um templo adormecido numa velha madrugada de lua...
A minha ascendência de heróis: assassinos, ladrões, estupradores, onanistas – negações do bem: o Antigo Testamento! – a minha descendência
De poetas: puros, selvagens, líricos, inocentes: o Novo Testamento – afirmações do bem: duvida
(Duvida mais fácil que a fé, mais transigente que a esperança, mais oportuna que a caridade
Duvida, madrasta do gênio) – tudo, tudo se esboroa ante a visão do teu vento púbere, Alma do Pai, coração do filho, carne do Santo Espírito, amém!
Tu, criança! Cujo olhar faz crescer os brotos dos sulcos da terra - perpetuação do êxtase
Criatura, mais que nenhuma outra, porque nasceste fecunda pelos astros - mulher!
Mulher que eu amo, criança que eu amo, ser ignorado , essência perdida num ar de inverno...
Não me deixes morrer!... eu, homem - fruto da terra – eu, homem - fruto do pensamento – eu, homem – fruto da carne
Eu carrego o peso da tara e me rejubilo, eu que carrego os sinos do sêmen que se rejubilam da carne
Eu que sou um grito perdido no primeiro vazio à procura de um Deus que é o vazio ele mesmo!
Não me deixes partir... – as viagens remontam à vida!... e por que eu partiria se és a vida, se há em ti a viagem muito pura
A viagem do amor que não volta que me faz sonhar do mais funda da minha poesia
Com uma grande extensão de corpo e alma – uma montanha imensa e desdobrada – por onde eu iria caminhando
Até o âmago e riria e beberia da fonte mais doce e me enlanguesceria e dormiria eternamente como uma múmia egípcia
No invólucro da Natureza que és tu mesma, coberta da tua pele que é a minha própria – oh mulher, espécie adorável da poesia eterna!
Vinicius de Moraes
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Édipo
Complexo de Édipo
Quando ouvimos falar em complexo de Édipo, logo nos remetemos às teorias Freudianas, do amor pela mãe, do ódio pelo pai, mas já pararam para pensar com o nosso destino é marcado, como parecem que existem sim seres em outros planos, que parecem que comandam a nossa vida de tal forma que não conseguimos sair daquilo que eles falam em suas visitas no plano carnal como o nosso (teoria de Kardec).
Vejam bem...
Quem conhece a tragédia de Édipo sabe mais ou menos sobre o que falo, pois por mais que Édipo tenha tentado fugir de um destino revelado pelo Oráculo, foi de encontro a ele...
Pois bem, então estamos na mesma situação, pois se presenciamos alguma encarnação e ouvimos alguma revelação e tentamos fazer diferente só sofremos em dobro, e qual é o livre arbítrio que os homens dizem que Deus nos deu, e sobre a qual Schopenhauer fala, sobre o livre arbítrio do corpo, da mente ou mesmo das atitudes, sendo que, nas religiões – em algumas – não se pode nem tatuar o corpo por que senão Deus castiga...
Cadê a coerência nos atos, cadê a aquilo que outras religiões pregam que diz que estamos aqui para corrigir erros, para sermos purificados...
Quais erros??? Ninguém me mostrou onde errei para poder pagar por eles, mas se tivessem o feito aceitaria e respeitaria, mas respeitar o que se não sei sobre o que falam...
Em outra vida? Quem me prova que existe?
São incoerências que céticos como eu questionam...
Mas o que fazer sobre essa situação, não há uma resposta coerente...
Se mesmo um herói como Édipo, que fez bons feitos na vida e mesmo sendo um personagem, criado por homens, não conseguiu fugir do destino imposto pelos deuses, o que nós, que somos mais um na multidão faremos?
Ouvi historias que quando nascemos já temos nossos destinos traçados...
Então algum idiota em algum lugar se diverte com o sofrimento alheio...
Ai pergunto, a troco de que?Por quê?
Por que viemos nessa vida então, para alguém rir de tudo que fazemos...
Sejamos coerentes, e tentemos mudar toda essa coisa, todo esse mundo...
As religiões se contradizem, o homem se contradiz, a vida tem nexo, mas não se sabe qual, então o que podemos fazer?
Pois toda filosofia tenta arrumar uma resposta para tudo, e quando isso acontece ninguém mais lembra quais foram as perguntas...
Como vi uma vez em uma pixação na rua:
“Deus é a resposta!!!
Mas qual foi a pergunta mesmo???”
Até a próxima
Ramakrishna
Quando ouvimos falar em complexo de Édipo, logo nos remetemos às teorias Freudianas, do amor pela mãe, do ódio pelo pai, mas já pararam para pensar com o nosso destino é marcado, como parecem que existem sim seres em outros planos, que parecem que comandam a nossa vida de tal forma que não conseguimos sair daquilo que eles falam em suas visitas no plano carnal como o nosso (teoria de Kardec).
Vejam bem...
Quem conhece a tragédia de Édipo sabe mais ou menos sobre o que falo, pois por mais que Édipo tenha tentado fugir de um destino revelado pelo Oráculo, foi de encontro a ele...
Pois bem, então estamos na mesma situação, pois se presenciamos alguma encarnação e ouvimos alguma revelação e tentamos fazer diferente só sofremos em dobro, e qual é o livre arbítrio que os homens dizem que Deus nos deu, e sobre a qual Schopenhauer fala, sobre o livre arbítrio do corpo, da mente ou mesmo das atitudes, sendo que, nas religiões – em algumas – não se pode nem tatuar o corpo por que senão Deus castiga...
Cadê a coerência nos atos, cadê a aquilo que outras religiões pregam que diz que estamos aqui para corrigir erros, para sermos purificados...
Quais erros??? Ninguém me mostrou onde errei para poder pagar por eles, mas se tivessem o feito aceitaria e respeitaria, mas respeitar o que se não sei sobre o que falam...
Em outra vida? Quem me prova que existe?
São incoerências que céticos como eu questionam...
Mas o que fazer sobre essa situação, não há uma resposta coerente...
Se mesmo um herói como Édipo, que fez bons feitos na vida e mesmo sendo um personagem, criado por homens, não conseguiu fugir do destino imposto pelos deuses, o que nós, que somos mais um na multidão faremos?
Ouvi historias que quando nascemos já temos nossos destinos traçados...
Então algum idiota em algum lugar se diverte com o sofrimento alheio...
Ai pergunto, a troco de que?Por quê?
Por que viemos nessa vida então, para alguém rir de tudo que fazemos...
Sejamos coerentes, e tentemos mudar toda essa coisa, todo esse mundo...
As religiões se contradizem, o homem se contradiz, a vida tem nexo, mas não se sabe qual, então o que podemos fazer?
Pois toda filosofia tenta arrumar uma resposta para tudo, e quando isso acontece ninguém mais lembra quais foram as perguntas...
Como vi uma vez em uma pixação na rua:
“Deus é a resposta!!!
Mas qual foi a pergunta mesmo???”
Até a próxima
Ramakrishna
terça-feira, 25 de maio de 2010
A doutrina da Sociedade
A sociedade hoje em dia, necessita de uma vulgaridade própria, sendo que, a particularidade é a alma de tudo isso requerido.
Quando falo sobre particularidade, posso me referir a religiões, que se autodenominam dessa forma mas que na verdade são seitas que pregam na maioria das vezes a palavra vinda de “Deus” da forma que lhes é mais conveniente.
Digo isso, porque assim como os fariseus¹ eles tem a necessidade de ludibriarem, os mais descrentes com a vida.
Manipuladores de massa, pessoas que vivem a mercê daqueles que são bons observadores da sociedade, seus anseios, suas perspectivas e suas vontades. Mas as pessoas que vivem em um mundo “globo-alizado” não querem ser libertas realmente no espírito, querem ser libertas para poderem comprar, consumir, namorar, e todas as coisas que os mesmos homens que “pecam”, falam sobre se livrar do “pecado” cometido.
Como dizia o Nietzsche: "Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. Diante de tanta sujeira, tal atitude é necessária."
De um ponto de vista, então, filosófico, tudo escrito pelo homem seria uma grande mentira, ou seja, o que o homem do século XXI teria de mais glorioso, ou de mais santo do que outrem.
Nas seitas e tantas outras vistas por ai, o intuito mor de todas é o financeiro.
Como visto recentemente, os pastores (denominam os “fieis” como ovelhas, mas eu diria que até as ovelhas teriam mais personalidade e não seguiriam tanto assim os pastores de olhos tão fechados), são pegos com quantias nunca vistas pela maioria dos freqüentadores de seus pagodes, que os mesmos, ainda defendem, e dizem por ai que foi obra do demônio, e que estão conspirando sobre homens santos. Mas onde fica o questionamento, sobre onde eles arrumaram tal quantia, e por qual motivo, se é um dinheiro legal, não fosse declarado? Estavam fugindo de quem? Será que “satanás” deles é também gatuno e teria de esconder o dinheiro dar o dízimo para outrem não fazerem uso e fruto de tal?
Onde fica o livre arbítrio de pensamento dos seres que seguem esse tipo de homens santos? Perdem o sentido da vida, pré-julgam o próximo e seguem alguém que aparentemente tem os mesmos defeitos de todos, mas tem o dom da palavra, e um pouco mais de estudo (por mais que seja “street knowledge”) e conseguem ludibriar, pobres tanto monetariamente, como espiritualmente, sem remorso algum.
Já vi em algumas ocasiões pessoas que tinham somente o dinheiro do pão e doaram como dizimo, -- sabendo que o dizimo seria da décima parte do todo o dinheiro que ele ganhou no mês – sendo que, era o único que tinha para se manter ou ter pelo menos uma refeição necessária para continuar em pé, foi tirada por aquele que esta ali para confortá-los.
Não consigo entender o pobre, que tem milhões de dividas, que não tem o que comer normalmente, mas tem dinheiro para comprar um terreno no céu, ou mesmo pagar (monetariamente), pela sua salvação, Lutero, dizia sobre a venda de indulgências no século XV, mas será que até hoje o homem não consegue prestar atenção no que o próximo consegue fazer consigo.
O grau de conveniência na pregação do evangelho chega a tal ponto que, nunca vi nenhum padre, pastor ou afins, citarem a passagem de Daniel “Destino do povo judeu”², em que ele tem visões, possivelmente de Deus, pela descrição, não parece nem um pouco com o Deus ou mesmo com Jesus conhecido ou pregado por imagens ou descrições mundanas.
Quais são as vantagens de se pregar uma palavra e omitir a verdade, sendo que, as pessoas que o fazem são vistas como integras. Onde fica a integridade das pessoas que o fazem?
A indignação da minha parte é ainda maior quando vejo pessoas, em formação de caráter seguir alguém desse nível.
Hipócritas, formadores de opinião enganosa, se escondendo atrás de imagens ditas santas por outros homens que em outrora apoiaram a perseguição do homem que hoje é santificado ou mesmo endeusado, por muitos e muitos povos.
Mas de qualquer forma, ainda penso o seguinte:
Como podem aqueles que seguem os caminhos de um judeu, abominarem o judaísmo, mas por trás de tudo consumirem o judaísmo, e estarem de acordo com um homem, que, sofreu bastante, mas hoje, as pessoas que sofrem tanto ou mais vitimas do mesmo sistema, que um pouco mais desenvolvido tecnologicamente, -- ou não -- trata com as mesmas atrocidades que tratavam aquele homem -- de uma forma mais eufemista -- não endeusar os homens vitimas de hoje?
Será que o menino puxado por criminosos no carro por alguns quilômetros vai ser mártir amanha? Ou a menina jogada do apartamento pelo pai, vai ser uma nova “Maria”
O que será da sociedade em que vivemos daqui uns séculos, pois, para gerar algum dinheiro precisamos de mártires e alguns livros escritos por homens que tiveram por algum intermédio a palavra dos mesmos.
Eu disse gerar dinheiro, perdão, pensei ter dito ter fé em algum “santificado” pelo sistema.
Ramakrishna
¹Fariseu (do hebraico פרושים) é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C.. Opositores dos saduceus, criam uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. Com a destruição de Jerusalém em 70 d.C. e a queda do poder dos saduceus, cresceu sua influência dentro da comunidade judaica e se tornaram os precursores do judaísmo rabínico.A palavra Fariseu tem o significado de "separados", " a verdadeira comunidade de Israel", "santos".
Sua oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu-lhes através dos tempos uma figura de fanáticos e hipócritas que apenas manipulam as leis para seu interesse. Esse comportamento deu origem à ofensa "fariseu", comumente dado às pessoas dentro e fora do Cristianismo, que são julgados como religiosos aparentes.
²Biblia Sagrada - Livro Daniel: pág: 1187 Destino dos judeus
A sociedade hoje em dia, necessita de uma vulgaridade própria, sendo que, a particularidade é a alma de tudo isso requerido.
Quando falo sobre particularidade, posso me referir a religiões, que se autodenominam dessa forma mas que na verdade são seitas que pregam na maioria das vezes a palavra vinda de “Deus” da forma que lhes é mais conveniente.
Digo isso, porque assim como os fariseus¹ eles tem a necessidade de ludibriarem, os mais descrentes com a vida.
Manipuladores de massa, pessoas que vivem a mercê daqueles que são bons observadores da sociedade, seus anseios, suas perspectivas e suas vontades. Mas as pessoas que vivem em um mundo “globo-alizado” não querem ser libertas realmente no espírito, querem ser libertas para poderem comprar, consumir, namorar, e todas as coisas que os mesmos homens que “pecam”, falam sobre se livrar do “pecado” cometido.
Como dizia o Nietzsche: "Para ler o Novo Testamento é conveniente calçar luvas. Diante de tanta sujeira, tal atitude é necessária."
De um ponto de vista, então, filosófico, tudo escrito pelo homem seria uma grande mentira, ou seja, o que o homem do século XXI teria de mais glorioso, ou de mais santo do que outrem.
Nas seitas e tantas outras vistas por ai, o intuito mor de todas é o financeiro.
Como visto recentemente, os pastores (denominam os “fieis” como ovelhas, mas eu diria que até as ovelhas teriam mais personalidade e não seguiriam tanto assim os pastores de olhos tão fechados), são pegos com quantias nunca vistas pela maioria dos freqüentadores de seus pagodes, que os mesmos, ainda defendem, e dizem por ai que foi obra do demônio, e que estão conspirando sobre homens santos. Mas onde fica o questionamento, sobre onde eles arrumaram tal quantia, e por qual motivo, se é um dinheiro legal, não fosse declarado? Estavam fugindo de quem? Será que “satanás” deles é também gatuno e teria de esconder o dinheiro dar o dízimo para outrem não fazerem uso e fruto de tal?
Onde fica o livre arbítrio de pensamento dos seres que seguem esse tipo de homens santos? Perdem o sentido da vida, pré-julgam o próximo e seguem alguém que aparentemente tem os mesmos defeitos de todos, mas tem o dom da palavra, e um pouco mais de estudo (por mais que seja “street knowledge”) e conseguem ludibriar, pobres tanto monetariamente, como espiritualmente, sem remorso algum.
Já vi em algumas ocasiões pessoas que tinham somente o dinheiro do pão e doaram como dizimo, -- sabendo que o dizimo seria da décima parte do todo o dinheiro que ele ganhou no mês – sendo que, era o único que tinha para se manter ou ter pelo menos uma refeição necessária para continuar em pé, foi tirada por aquele que esta ali para confortá-los.
Não consigo entender o pobre, que tem milhões de dividas, que não tem o que comer normalmente, mas tem dinheiro para comprar um terreno no céu, ou mesmo pagar (monetariamente), pela sua salvação, Lutero, dizia sobre a venda de indulgências no século XV, mas será que até hoje o homem não consegue prestar atenção no que o próximo consegue fazer consigo.
O grau de conveniência na pregação do evangelho chega a tal ponto que, nunca vi nenhum padre, pastor ou afins, citarem a passagem de Daniel “Destino do povo judeu”², em que ele tem visões, possivelmente de Deus, pela descrição, não parece nem um pouco com o Deus ou mesmo com Jesus conhecido ou pregado por imagens ou descrições mundanas.
Quais são as vantagens de se pregar uma palavra e omitir a verdade, sendo que, as pessoas que o fazem são vistas como integras. Onde fica a integridade das pessoas que o fazem?
A indignação da minha parte é ainda maior quando vejo pessoas, em formação de caráter seguir alguém desse nível.
Hipócritas, formadores de opinião enganosa, se escondendo atrás de imagens ditas santas por outros homens que em outrora apoiaram a perseguição do homem que hoje é santificado ou mesmo endeusado, por muitos e muitos povos.
Mas de qualquer forma, ainda penso o seguinte:
Como podem aqueles que seguem os caminhos de um judeu, abominarem o judaísmo, mas por trás de tudo consumirem o judaísmo, e estarem de acordo com um homem, que, sofreu bastante, mas hoje, as pessoas que sofrem tanto ou mais vitimas do mesmo sistema, que um pouco mais desenvolvido tecnologicamente, -- ou não -- trata com as mesmas atrocidades que tratavam aquele homem -- de uma forma mais eufemista -- não endeusar os homens vitimas de hoje?
Será que o menino puxado por criminosos no carro por alguns quilômetros vai ser mártir amanha? Ou a menina jogada do apartamento pelo pai, vai ser uma nova “Maria”
O que será da sociedade em que vivemos daqui uns séculos, pois, para gerar algum dinheiro precisamos de mártires e alguns livros escritos por homens que tiveram por algum intermédio a palavra dos mesmos.
Eu disse gerar dinheiro, perdão, pensei ter dito ter fé em algum “santificado” pelo sistema.
Ramakrishna
¹Fariseu (do hebraico פרושים) é o nome dado a um grupo de judeus devotos à Torá, surgidos no século II a.C.. Opositores dos saduceus, criam uma Lei Oral, em conjunto com a Lei escrita, e foram os criadores da instituição da sinagoga. Com a destruição de Jerusalém em 70 d.C. e a queda do poder dos saduceus, cresceu sua influência dentro da comunidade judaica e se tornaram os precursores do judaísmo rabínico.A palavra Fariseu tem o significado de "separados", " a verdadeira comunidade de Israel", "santos".
Sua oposição ferrenha ao Cristianismo rendeu-lhes através dos tempos uma figura de fanáticos e hipócritas que apenas manipulam as leis para seu interesse. Esse comportamento deu origem à ofensa "fariseu", comumente dado às pessoas dentro e fora do Cristianismo, que são julgados como religiosos aparentes.
²Biblia Sagrada - Livro Daniel: pág: 1187 Destino dos judeus
domingo, 2 de maio de 2010
Nosso belissimo 1º de maio
Mais um 1º de maio e passa e é a mesma palhaçada de sempre, não é verdade?
O que vemos no nosso querido Brasil varonil???
Festas, comemorações pelo dia do trabalho, olha que beleza, não!!!
Pois é, devemos ter muitos motivos para comemorar o dia do trabalho, afinal a economia do Brasil anda de vento em popa, não há anafalbetismo por aqui, não há fome no país – pois afinal de contas o fome zero do nosso letrado presidente erradicou a fome --, todos os brasileiros ganham o suficiente para comer bem, morar bem, o transporte publico de qualidade de primeiro mundo que somos, quando não, os automoveis populares são vendidos realmente com preços populares, cujo o pedreiro que ganha seu salario minimo consegue comprar sem dificuldades um carro “popular” zero kilometro, e pagar IPVA, seguro obrigatorio, gasolina, e ainda levar as crianças para comer no Mc Donald’s no fim de semana no tipico passeio familiar...
E sobre as comemorações então...
Ahhh as comemorações são espetaculares, pois afinal todos tem dinheiro pra tudo, nada mais justo do que ir no parque ver cantores populares dividindo seus talentos ao vivo nesses eventos maravilhosos...
Como fico feliz de ver o Leonardo e conpanhia nessas festas da CUT, ainda mais em pleno ano eleitoral...
Agora vamos falar a verdade né, o que temos para comemorar, sendo que na Grecia , na Alemanha, ou em outros paises onde o nivel de vida, a educação, e superior ao emergente submundo em que vivemos, fazem protestos para melhores condições e aqui temos que tolerar esses caipiras hipocritas chorando em cima do palco.
Enquanto tem mães chorando por não ter o que dar pra comer para os filhos por falta de dinheiro a “FORÇA SINDICAL” premiando alguem por alguma coisa que, me desculpem, eu ainda não entendi.
É muita falta de vergonha na cara do povo ir num lugar desses sendo que além de não ganharem nada ainda são explorados o ano inteiro...
Até quando eu vou ver o brasileiro conivente com essa pouca vergonha que é a nossa politica?
Até quando eu vou o povo ganhando pão e água e felizes com esse circo...
Como eu vi em um filme [...]” Só um afago, pro povo esquecer a chibata”[...].
Vamos lá Brasil, acordem para a realidade, vejam o que vale a pena, se é só a diversão, o carnaval e as novelas que fazem uma nação ou se é um povo lutando para ser melhor a cada dia...
E a melhor luta que vejo, não é a fisica, não é o revolver que vai trazer o poder e sim o livro, a caneta, a reflexão, a vontade de ser melhor e não deixar-se ludibriar, e deixar de serem néscios, de serem ovelhas, de mostrarem a bunda para quem pedir, de chamar o tão pobre quanto você de “doutor” só por que ele se esconde atrás de um emprego publico – seja ele qual for –e não deixar-se humilhar pelo mesmo...
A noção de qualquer senso de liberdade foi esquecida, nessa pseudo democracia, onde temos que votar por direito de obrigação, ou seja, se não o fizer é passivel de multa nem nas casas Bahia você não poderá comprar a prazo – que é outra ideia idiota essa compra à prazo, mas fica para uma proxima discussão – por que você não cumpriu suas obrigações, não foi democratico e não exerceu seu “direito” -- ??? -- de cidadão e não foi votar na bela democracia que vivemos onde comemoramos o primeiro de maio com toda a alegria que nos assola...
Mais uma vez é isso...
Até a proxima
Ramakrishna
Mais um 1º de maio e passa e é a mesma palhaçada de sempre, não é verdade?
O que vemos no nosso querido Brasil varonil???
Festas, comemorações pelo dia do trabalho, olha que beleza, não!!!
Pois é, devemos ter muitos motivos para comemorar o dia do trabalho, afinal a economia do Brasil anda de vento em popa, não há anafalbetismo por aqui, não há fome no país – pois afinal de contas o fome zero do nosso letrado presidente erradicou a fome --, todos os brasileiros ganham o suficiente para comer bem, morar bem, o transporte publico de qualidade de primeiro mundo que somos, quando não, os automoveis populares são vendidos realmente com preços populares, cujo o pedreiro que ganha seu salario minimo consegue comprar sem dificuldades um carro “popular” zero kilometro, e pagar IPVA, seguro obrigatorio, gasolina, e ainda levar as crianças para comer no Mc Donald’s no fim de semana no tipico passeio familiar...
E sobre as comemorações então...
Ahhh as comemorações são espetaculares, pois afinal todos tem dinheiro pra tudo, nada mais justo do que ir no parque ver cantores populares dividindo seus talentos ao vivo nesses eventos maravilhosos...
Como fico feliz de ver o Leonardo e conpanhia nessas festas da CUT, ainda mais em pleno ano eleitoral...
Agora vamos falar a verdade né, o que temos para comemorar, sendo que na Grecia , na Alemanha, ou em outros paises onde o nivel de vida, a educação, e superior ao emergente submundo em que vivemos, fazem protestos para melhores condições e aqui temos que tolerar esses caipiras hipocritas chorando em cima do palco.
Enquanto tem mães chorando por não ter o que dar pra comer para os filhos por falta de dinheiro a “FORÇA SINDICAL” premiando alguem por alguma coisa que, me desculpem, eu ainda não entendi.
É muita falta de vergonha na cara do povo ir num lugar desses sendo que além de não ganharem nada ainda são explorados o ano inteiro...
Até quando eu vou ver o brasileiro conivente com essa pouca vergonha que é a nossa politica?
Até quando eu vou o povo ganhando pão e água e felizes com esse circo...
Como eu vi em um filme [...]” Só um afago, pro povo esquecer a chibata”[...].
Vamos lá Brasil, acordem para a realidade, vejam o que vale a pena, se é só a diversão, o carnaval e as novelas que fazem uma nação ou se é um povo lutando para ser melhor a cada dia...
E a melhor luta que vejo, não é a fisica, não é o revolver que vai trazer o poder e sim o livro, a caneta, a reflexão, a vontade de ser melhor e não deixar-se ludibriar, e deixar de serem néscios, de serem ovelhas, de mostrarem a bunda para quem pedir, de chamar o tão pobre quanto você de “doutor” só por que ele se esconde atrás de um emprego publico – seja ele qual for –e não deixar-se humilhar pelo mesmo...
A noção de qualquer senso de liberdade foi esquecida, nessa pseudo democracia, onde temos que votar por direito de obrigação, ou seja, se não o fizer é passivel de multa nem nas casas Bahia você não poderá comprar a prazo – que é outra ideia idiota essa compra à prazo, mas fica para uma proxima discussão – por que você não cumpriu suas obrigações, não foi democratico e não exerceu seu “direito” -- ??? -- de cidadão e não foi votar na bela democracia que vivemos onde comemoramos o primeiro de maio com toda a alegria que nos assola...
Mais uma vez é isso...
Até a proxima
Ramakrishna
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