Todas as ideias postadas derivam de devaneios urbanos, sociedade do submundo, oriunda de pessoas pensantes e em desacordo com tudo aquilo que visa a descapacidade de pensar da população... Ah sim!!! Se tiverem ideias por favor divulguem... E como digo, pra ficar bom, sempre um boazinha... hehe
segunda-feira, 21 de março de 2016
Revoluquem???
Um pequeno manifesto â esquerda...
Vejo esquerdistas de todas as espécies, plantando a revolução, a anarquia (o que não seria nem direita e nem esquerda), entretanto não vejo nada diferente de uma direita que não tem a hipocrisia de dizer que não gosta de A ou B ou como esses citados da esquerda somente pleiteiam a luta de classes C ou D. Então vejo um discurso em extremo falho e retrógrado que tanto um quanto outro, ou seja, direita e esquerda são brancos lutando pelo capitalismo que pauta o individualismo, logo, cada um intrinsecamente, no seu discurso, busca melhor salário, igualar com o lucro do patrão e tudo mais, ou seja, ter condições de vida comuns, logo um comunismo.
E pensando em tudo isto, venho a reflexão, aonde fica o papel do negro nessas classes, ou o negro é uma classe alheia a luta, e porque da reflexão?
Muitos ditos ativistas, sejam professores, sejam esquerdistas proletários, sejam anarquistas têm as mesmas posturas diante da voz negra, primeiramente, o negro precisa provar o que e quem é, ato da meritocracia, pois sempre há a pergunta, ” você sabe do que fala?” Ou a afirmação “você não me conhece”, infantilizando o discurso e/ou muitas vezes menosprezando o discurso e mais, quando é alertado sobre isso, usa do axioma, “não sou racista, nunca fui”, pois digo, sim, vocês são racistas e passivos, quando não ativos enrustidos e sem coragem de mostrar o rosto e assumir quem é.
Quando acontecem essas coisas, vejo ainda o silenciamento da população negra diante da população branca e dita pobre, ou seja, sua luta libertária, quando suprimi o negro ainda, não é respeitada por mim e não deveria ser por nenhum negro que se assume, se orgulha e se defende, pois a esquerda que se diz oprimida e silencia o negro, nada mais é do que opressora.
Se o negro é uma classe alheia, logo tem que se unir contra essa esquerda de discurso, essa esquerda que em seu pragmatismo sliencia, estupra psicologicamente e ainda menospreza o negro, isso incluso o feminismo, que, quando não proporciona nada a mulher negra, é sim, opressora tanto quanto é oprimida pelo homem branco e logo oprime o homem e a mulher negra, pois sua falta de melanina a coloca em vantagem diante qualquer negro.
Revejam os conceitos de luta ou deixem de hipocrisia barata, pois, eu não respeito uma luta que silencia, e nunca respeitarei e se puder levar os meus comigo contra essa esquerda opressora os levarei...
Poder pro povo negro...
Rama Ramos
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Onde estamos?
Estamos à beira de uma revolução, estamos nos organizando como podemos, porém faltam lideres, faltam pessoas que tenham conteúdo ideológico.
Precisamos usar de inteligência com eles, precisamos conhecer as leis que eles subsidiam seus roubos e fazer valer contra eles, também.
A desorganização foi o fator primordial, porem, chegou a hora de tomarmos uma posição ideológica, pois mostramos que temos força, mostramos que somos unidos, entretanto estamos sem rumo, sem ter pra onde gritar, estamos na fase dos gritos a esmo.
A fonte é a leitura, os possíveis lideres devem ter estudado, conhecer das leis, conhecer o que rege o povo, porque infelizmente muito são liberalistas ou colonizados, e talvez não haja muito tempo para isso, portanto devemos procurá-los em nosso meio.
Temos também que identificar os possíveis arruaceiros, as pessoas que estão contra a revolução, que são maléficos À causa, devem ser de primeira instancia excluído de qualquer manifestação, temos que excluir os partidos que outrora disseram ser em prol do povo, no entanto, hoje dominam o que ontem hostilizavam.
A organização vai alem da passeata ou manifestação, pois como dizia Sun Tzu: “a melhor política e tomar um Estado inato; uma política inferior consiste em arruiná-lo.”
Ou seja, precisamos sitiar a cidade sim, porém tomá-la sem maiores consequências, não por que nos importamos com o patrimônio do rico, mas porque o rico terá retaliações posteriores, e deixando o patrimônio intacto no primeiro momento teremos vitorias certas quando a revolução começar de fato.
Se não atacarmos a policia, se formos e estivermos realmente organizados, e quando digo isso estaremos a um passo a frente deles, e é esse o intuito, estaremos nós, o povo, monitorando e divulgando os “possíveis excessos”, portanto temos que nos infiltrar aonde eles estão, anônimos, filmando, não somente cartazes, mas a ação de perto, um jornalista, nosso, não inserido na mídia, precisamos ter e dominar a arte da espionagem, contra eles.
Precisamos de gente que seja qualificada, em todos os aspectos, para escrever nossos manifestos, nossa legislação, para que eles acatem, de forma pacifica, mas não somente nesse âmbito, precisamos de gente qualificada em todos os setores e que seja conivente com a revolução.
Eliminando primeiramente os infiltrados, os arruaceiros, os sem ideal, de forma inteligente já estaríamos um passo a frente. Mas como faríamos isso???
Sun Tzu diz: “Trata bem os prisioneiros, alimenta-os como se fossem seus próprios soldados.”
E mais:
“Jamais os deixe ociosos.”
“Eis o que chamo ganhar uma batalha e torna-se mais forte.”
Temos que convencer a policia, o soldado comum que o beneficio é também para ele, para os filhos, esposa e para os “partidários”, deixar eles entender que os lideres de ontem, são os partidários de hoje, que nos oprime, por isso acontece as manifestações.
Não temos subsidio financeiro, ainda, porém temos uma guerra ideológica sendo travada, eles são intelectuais, nós ainda estamos caminhando, porém, apesar de ser longa, não será dispersa.
Precisamos entender e deixarmos de ser liberalistas nessa hora, precisamos de mais, precisamos entender a realidade do Brasil, não somente carnaval, bunda e futebol, precisamos entender que somos a maioria.
E como disse Marx.
“Proletários do mundo uni-vos.”
Chegou a nossa vez...
Ramakrishna Ramos
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Brasil X Cuba
Brasil X Cuba
Sinceramente, se tem algo que não entendo no Brasil é qual a real diferença que existe em relação ao regime ditatorial de Cuba, que é tão temido desde a década de 1960 ou até mesmo antes...
Será que algum reacionário de plantão conseguiria me explicar, ou até mesmo um dito revolucionário, ou ficaria de falácia da mesma época?
Bom, sob meu prisma, a situação é a seguinte: apesar de não embargados pelos E.U.A., (modelo do capitalismo atual), temos um dos maiores impostos do mundo para importação, e mesmo para produtos internos, pagamos muito mais que em diversos países, ditatórios e ditos emergentes, como Angola. Logo, em Cuba, temos uma extorsão do governo em relação à produção local, seja em produtos, seja em serviços, mesmo após o fim do embargo dos E.U.A., o que seria compreensível, haja vista tratar-se de uma ditadura. Mas e no Brasil, qual seria a explicação plausível para isso?
Em relação à educação, estamos em um regime democrático de direito e nossas crianças – e uma parte esmagadora dos adultos – são analfabetos funcionais, inclusos muitos estudantes das séries finais ou de ensino superior. A partir de 1964, ou quem sabe antes, nossa criticidade foi embargada por raízes que não se soltam. O governo mina o intelecto do brasileiro para que não haja críticos o suficiente afim de discutir o verdadeiro papel do povo em relação à democracia que vivemos.
Hoje vemos em Cuba – ou sempre vimos – um modelo de ensino superior que é valorizado no Brasil, a exemplo da medicina, que o brasileiro, quando tem algum problema grave, a exemplo de patologias relacionadas à visão, sempre iria procurar um médico cubano, que, quase nunca é branco, entretanto, quando esses médicos, com o conhecimento superior ao nosso, vieram para o nosso programa “mais médicos” foram repudiados, diferente dos médicos italianos, argentinos ou quaisquer um com o padrão estético aceito nesse país.
Professores cubanos, por sua excelência em formação, são exportados para outros países, como Angola e Moçambique. No entanto, de quantos brasileiros temos notícias de irem a outros países por excelência em ensino? Ou seja, vivemos em uma indústria de venda de diplomas, em que esse professor ou profissional comprou seu diploma, mal conhece a área escolhida e, com isso, vivenciamos uma decadência pública, na qual nada funciona, desde o estudante, até obras faraônicas e superfaturadas, em prol de poucos ditos representantes do povo, que na verdade não ligam para que o povo é ou faz.
Reitero a pergunta, qual a diferença entre Cuba, se somos obrigados a eleger quem nos governa ou quem nos dita o que devemos ou não fazer, pagar etc.
Têm mais, quais as reais oportunidades capitalistas que temos, sem o governo abocanhar grande parte do capital produzido pelo indivíduo, pois pagamos, tanto o rico quanto o pobre, o mesmo percentual de imposto, entretanto, não temos a mesma margem de lucro, seja de um lado, seja de outro, em mínimas palavras, o primeiro sempre lucra mais enquanto o segundo mantém-se vivo para subsidiar os roubos do governo, ou seja, sobrevive e não vive dignamente.
Pensemos na liberdade de expressão que temos aqui, ou será que temos?
Vemos muitos jornalistas, populistas, podemos dizer assim, que são censurados por políticos a todo momento, por denunciarem umas das muitas atitudes corruptas que esses inseridos no governo têm, mas as empresas de mídias particulares – escancarando o texto, e citando nomes, temos a Globo, a revista Veja, que são nomes grandes até mídias menores, porém inseridas no sistema –, que se assemelham às estatais, pois, manipulam toda e qualquer informação em prol dos mais abastados ou em prol daqueles que o convir, ou seja, sempre o Estado ou seus subsidiários. Mas lembrando, ninguém subsidia mais o Estado que o próprio povo, que não tem valia nenhuma, a não ser em ser a mais valia.
Nossa liberdade de expressão está em ver o sexismo explicito na televisão, uma indústria de racismo, xenofobia e de crimes, com esses programas sensacionalistas do final de tarde, onde o crime da ibope e cria medo na população e estigmas étnicos.
Cuba está em um regime ditatorial, o Brasil em um regime democrático representativo de direito – que apesar da redundância, o povo não tem voz, tão pouco direito –, mas qual a real diferença capitalista que o Brasil tem sobre Cuba, que oportunidades temos, que direito temos, sendo que nem do voto temos direito de nos eximir. Qual direito temos de ascender financeiramente, de prosperar dentro desse dito livre mercado, sem o governo engalfinhar grande parte do capital adquirido, ou seja, qual o cunho capitalista que temos no Brasil?
Será que alguém conseguira me responder a essa pergunta?
Ramakrishna
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Quem tu és afinal?
O que somos e para quem somos?
Pergunta bastante pertinente para se começar um discurso, porém, qual o valor que damos e que temos na sociedade, e digo, isso sim é pertinente...
Vejo diversas situações cujo indivíduos pretendem se sobressair, sobre os seus próprios em ambientes totalmente dispares à situação.
Vejamos, estamos em ambientes a qual queremos nos divertir, porém, em um bate papo com alguém que tem certa influência em certo grupo – seja ele qual, como professor, como escritor, ou qualquer um imaginável --, e se supervaloriza como o maior sabedor ou conhecedor de todo o ambiente, mas entretanto, não sabe quem está ao seu redor, mesmo que o saiba. Essas atitudes, via de regra, está em pessoas que a autoestima está em baixa e precisa ser ou ter reconhecimento nas costas dos que estão ao redor.
Pensemos o que leva essas pessoas terem tais atitudes, além de autoestima baixa.
Creio que o estudo em quaisquer âmbitos são elevatórios para quaisquer seres humanos, e mais é um critério de liberdade para si, além do mais, se cria uma série de discernimentos e critérios que o fará enxerga-se de igual ao outro e ainda mais, querer elevar todo aquele que está ainda nas trevas do conhecimento.
A ignorância traz a prepotência, traz a soberba sobre algo que não se é, citando Simon Bolivar que disse:
“Um povo ignorante é instrumento cego da sua própria destruição.”
Ou seja, pessoas assim, nada mais fazem do que destruir seu povo, sua sociedade, seu meio ambiente.
Serei dessa vez mais especifico, vejo no ambiente de negros, que, um quer ser mais que o outro, em momentos de diversão, ou nos seus ditos momentos intelectuais.
Com qual intuito será que esse povo faz esse tipo de coisa, sendo que, se limitam a uma literatura, dita negra, mas muitas vezes escrita por brancos, ou seja, são pela fundamental para os brancos racistas dizerem que o negro é boçal e mesmo para o ativista mais culto, não consegue ver quaisquer defesa me prol do seu povo.
E mais, como diria os Panteras negras, devemos vencer o opressor, da forma que ele nos rege, ou seja, nas suas leis e literatura.
Dessa forma, quando vejo, negros, querendo se sobressair, depois de bêbados, ou porque são conhecidos de alguma forma, vê-se nitidamente o quão fraco que estamos.
Se avaliarmos a postura dos brancos em relação a eles mesmos, temos uma situação primeiramente como teríamos a de gênero e como afirmou o Kabenguele em suas aulas, o negro em relação ao branco seria como o homem em relação à mulher, portanto vemos eles em geral, como protecionistas, ou seja, quando se veem em alguma situação desfavorável, vão em prol um ao outro, isso na maioria das partes do mundo, entretanto, nós, negros, diminuímos um ao outro.
Seria isso resquício da cultura escravagista, da cultura do embranquecimento que está mais em voga hoje do que nunca.
Será que essas pessoas realmente sabem o que querem e quem são, porque estão nessas condições e por quais motivos sem mantém inertes?
Em outros países – as quais muitos ovacionam, que é os E.U.A. –, se vê o negro em defesa de si, em prol de si em quaisquer âmbitos, e aqui no Brasil nem de perto chegamos a isso.
Muitos ainda dizem que temos que ter a consciência humana, e que o Brasil não é um país para pensarmos nisso, e digo mais, vivem em uma ditadura Freyreana, cujo prega-se a mistura de raças, e ainda mais, dizem que raça é uma coisa fictícia no Brasil, e com isso só posso confirmar uma única coisa, que sob um prisma de genes, o prisma Freyreano está certo e somente dessa forma.
Dessa forma, sob esse prisma digo, que não podemos falar de seres humanos, se há pouco mais de um século o negro era até considerado um ser sem alma.
Portanto vejo um dita evolução do negro decrescente, ou melhor retrógrada, e pior maledicente em relação ao seus pares.
Em festas, a situação fica pior, todo aquele que diz ter uma vida saudável, por não beber, não fazer uma série de coisas que a vida noturna propõe por excelência, diz que seus pares que tem vida fora da vida noturna, ou seja, estudam, evoluem, honram suas obrigações provindas da sociedade capitalista, e usam a noite como diversão e mero entretenimento, não prestarem, não quererem nada com a vida, sendo que eles mesmos vivem somente disso, e perante essa situação me pergunto, se esses mesmos não entrarem para certa “história”, o que serão na sua velhice, Dj’s ou animadores de festas, -- e mesmo como apreciador somente de músicas e quiçá festas, vejo que mesmo para os fins a qual se prestaram, não tem excelência para isto, pois perante seus próprios ídolos estão atrasados anos, tanto em técnica quanto em repertório -- para meus filhos ou quiçá netos, e uma outra pergunta pertinente, será que não serão velhos ridículos com uma síndrome de Peter Pan, pensando que estão fazendo parte daquele universo que pertenciam somente na sua tenra idade, não passando somente por seres que não tiveram evolução alguma e não “prestam” para nada, além do que se proporam e mal fizeram para evoluir nisso.
A evolução cultural é chave para o crescimento, e sem isso, ninguém ira sair da estagnação moral, intelectual a qual se encontram, e não me resta nada a fazer por esses que vivem o hoje, como se não houvesse o amanhã, que vivem de uma vida fútil em sua essência, e ao invés de serem melhores para si, não o são, nem para si e nem para o próximo, quem dirá aos seus pares.
Parece um axioma derrotista, entretanto, lamento por todos esses que acham que são mais que alguém no seu micro universo que para seres mais iluminados tende a ser somente um ponto sem a menor necessidade de se estar inserido e que não faz a menor diferença, nem como laboratório social.
Portanto, encerro, me sentindo aliviado por ter me desprendido desses seres que não fazem bem aos seus pares, tampouco a si, pois o egocentrismo faz com que as pessoas se fechem no seu mundo a tal ponto de não enxergarem que existe outros mundos e no caso desses negros de festas, que não são mais do que negros da casa grande, querendo ser maiores do que os que eles acreditam estarem, ainda na senzala, e na verdade os grilhões estão em suas canelas e os açoitem castigando suas costas no dia a dias, e seus cérebros em um futuro próximo...
Ramakrishna Ramos
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Aos desavisados... um pequeno recado anarquista
Creio que tenha chegado a alguma conclusão, que, realmente, as pessoas acreditam que estou brincando na maioria dos meus axiomas, sejam elas sociais, políticas, revolucionárias ou quaisquer que venha a ter.
Quando me posiciono como anarquista, como alheio ao sistema, como um ser que discute política, entretanto, não tem partido, não tem candidato – vindo do grego, o termo, não tem nada haver com o que conhecemos agora --, e nem pertence a facção alguma, muitas pessoas dizem que sou pessimista, e simplesmente não acreditam, perturbando meu espaço e minando minha paciência, tirando meu sossego e coisas que o valha.
Um anarquista está em luta constante em prol do seu povo, e por este motivo escolhi a profissão que eu tenho hoje – ou a vida me jogou nela com algum propósito que não identifiquei ainda --, ainda mais, está em busca da liberdade, da emancipação social, mental, econômica que se encontra. Retirar o povo da inércia, da imbecialidade que os governantes impõe ao povo, a exemplo disso, dizer que estamos em uma democracia, e dizer que temos direitos ao voto, quando, somos obrigados a cumprir o direito que tanto clamam que nos deram.
Apesar de ser útil uma série de meios eletrônicos, odeio a maioria deles e uso somente como meio de divulgar ideias, meio de uma comunicação básica aos que conheço e estão agregados a isso, um meio de ter contato com algum empregador -- afinal todos precisam de dinheiro --, ou com algum parceiro em algum negocio que esteja sendo desenvolvido, ou seja, uso útil e necessário desses meios, ou melhor, indispensável atualmente.
E mais, vejo que as pessoas não respeitam o direito alheio de ficar recluso, e digo, não gosto e nem vou falar de problemas que tenho ou venho a ter com um desconhecido que diz mostrar solidariedade pela internet , que, na verdade está somente “curiando” sua vida, e diga-se de passagem, é o que mais tem em meios eletrônicos.
E ainda em redes sociais, volto a dizer, não sou uma imagem, um status de relacionamento, ou seja, isso não me importa, tanto quanto não importa se tenho fãs, seguidores, e tudo mais, e mais, isso não tem valia nenhuma, se, não tiver nenhum contato físico, tipo, um café, uma cerveja, um fim de tarde de bate papo fútil que seja, porém ao vivo. Essa história de viver de conversa de whatsapp ou facebook, me desagrada profundamente, e de verdade não sirvo pra isso.
Então, em uma conclusão rápida, as minhas ideias de internet, as publicações e tudo mais, fazem parte de alguma forma de mim, e com certeza sustento meus pensamentos e dispenso todo aquele que pensa que a vida é uma brincadeira e que estou sempre falando por falar ou é ideia de revoltado ou coisa que o valha, quero mais é distancia de todos esses....
Ramakrishna Ramos
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Orgulho negro... para que?
Orgulho negro... para que?
O que seria ter orgulho pelo negro no Brasil?
Depois de grande analise não só observativa, como também antropológica e histórica passei a refletir se é realmente plausível lutar em prol do negro, em um país que não se tem identidade como negro e tampouco incentivos para ter orgulho.
Começamos pelos fatores históricos, hoje comemoramos no dia 20 de novembro o dia da consciência negra, que ontem fora no dia 13 de maio – e muitos dirão que não era dia da consciência negra e sim da libertação dos escravos, se apegando somente a nomenclatura do dia, que, no entanto, não fora de valia nenhuma, nem uma e nem outra data – que o primeiro, para os iniciantes estudantes, verdadeiros, da história do negro, que no dia 20 de novembro Zumbi fora morto pelo seu algoz Domingos Jorge Velho, e mais, para aquele que – sem vergonha de assumir – não é amigo da leitura, isso se retrata nos filmes de Cacá Diegues, ou seja, tomando a banda de reggae Natiruts como axioma nesse caso, que dizem “Nossa história foi contada por vocês, e é julgada verdadeira como a própria lei”, ou seja, temos a história, também, de Zumbi, contada pelos opressores. Portanto, quem garante que foi dia 20 de novembro e se foi, está certo ser comemorada como dia da consciência negra? Ou comemoramos mais uma queda, ou como diria Hakim Bey, uma insurreição, um levante, que é o nome que o vencedor da àquela revolução, àquele ato de rebeldia popular que não dera certo.
Quanto ao dia 13 de maio, nem há muito a se dizer, mesmo porque, acredito eu, que a maioria já saiba que o Brasil foi o ultimo país no mundo a abolir a escravidão de fato, pressionada pela Europa, entretanto há uma lei contra a escravidão a partir de 1831, ou seja, de lá até 1988 a venda e compra de escravos fora a base de contrabando, ou seja, mais um dos jeitos brasileiros, será que temos um grande histórico disso???
Levando em consideração esse primeiro ponto podemos começar a considerar e pontuar o ponto identitário do negro que de forma alguma está constituído no Brasil.
Podemos começar com algumas observações ao longo dessa pesquisa, que cunha no fato de muitas pessoas só tomarem a “consciência” da sua condição de negro, após os vinte anos – isso levando em consideração o macro, pois existem pessoas com mais de 30 que ainda tem sérias duvidas quando a sua identidade étnica --, e por esse motivo cheguei a seguinte conclusão; Segundo a maioria dos pedagogos, a criança entende quem é a partir dos 12 anos em média, pois já tem sua personalidade, praticamente formada, e hoje se formos avaliar, isso pode ser até antes, da forma que as coisas andam bastante precoce, principalmente com a “geração internet”. Então, creio eu, que o problema é muito mais grave do que imaginamos, pois e os pais dessa geração, ou das gerações passadas, ou será que essa alienação vem desde os africanos que perderam a identidade e se venderam até a consciência e alma ao dono? Aonde se perdeu a identidade ou mesmo o espelho, de ser negro, e da sua cultura ou mesmo dos seus valores?
Será que essa pseudo aceitação de si, vem somente depois da década de 1990 que, o negro virou moda, o negro começou a ser aceito via rap e filmes internacionais? Pois até então, o negro ainda era visto como inferior em tudo, tanto intelectualmente, como esteticamente, como musicalmente, haja vista o pagode, ou o rap ativista do public enemy, ou mesmo o gangsta do N.W.A., que era música de preto, mal vista e não quista na casa de “famílias de bem”, até que, eis que surge Eminem, e hoje em dia, o rap bling bling é aceito na casa dos opressores, como é aceito Racionais Mc’s em conversíveis no Morumbi.
E hoje, o negro, no Brasil, ainda é considerado, música, beleza, força e só.
Vejo uma série de disparidades quanto ao negro, e sua pseudo identidade, desde a comemoração do dia 20 de novembro, passando pelos valores sociais e estéticos.
Quando um negro se destaca, ou seja, se forma em algum curso superior – em qualquer uniesquina que seja – ou é inserido de embuste no sistema, ele já embranquece, já não tem mais a sua condição pusilânime de marginal – que na verdade todos nós que não fazemos parte da classe acima da plebe dentro da pirâmide, somos, de fato, marginais – e com isso, se sente superior ao outro negro, se sente dono do poder, e com isso quer, sem sombra de duvidas, destratar, humilhar e desonrar o seu par, tentando dessa forma, fortalecer seu ego.
E com isso, essas formas embusteiras de vitória do negro, o que ele busca, cada vez mais, a não ser embranquecer?
Vejamos os seguintes fatores, o negro nessas condições pusilânime de inserções ao sistema já evita os seus pares, ele quer ter amizades com japoneses, por serem mais inteligentes, com italianos por serem mais bonitos, com franceses por serem mais cheirosos – de acordo com o estigma social imposto pelo europeu no mundo --, desclassificando seus pares, e mais, ele não veste mais roupas tidas de negro, ele quer as marcas que – mesmo que os descriminem nos seus países de origem, eles vestem, pois no Brasil você terá o status quo – são caras, são usadas pelo, um dia, opressor, para ser visto como importante, visto como inserido em algo como o “negro da casa grande”.
O discurso de um negro inserido dessa forma, começa a tomar proporções Gilberto Freyreanas, que estamos em uma país mestiço, que somos multirraciais e que não devemos ter preconceito e que o preconceituoso, de fato, é o negro, e que mesmo sem saber o porque do 20 de novembro, ele diz que não há motivos para ter o dia da consciência negra, que devemos ter consciência humana e segue os ensinamentos, não de um Dr King, de um Malcolm, de um Gama, mas sim de um negro bestial e vendido como o Morgan Freeman – que de livre só tem o nome, pois o vendido nunca é livre.
Temos também o negro pseudo ativista, sem formação que são a maioria ou com formação que é uma minoria – a maioria em uniesquina – que leu alguns livros americanos da história do negro, como a autobiografia de Malcolm X ou do mesmo autor, Negras Raízes, e se acha o africano honorário pregando o pan africanismo, sem ao menos entender o sentido de pan, pois trabalha para dar dinheiro aos brancos, recebe migalhas dos brancos e grita que é pan alguma coisa, pois africanistas não são.
E o pior, desses pseudo ativistas, é que eles além de ter uma leitura superficial sobre qualquer tema de negro – pois se não o tivesse estaria evoluído intelectualmente, a níveis astronômicos – pregam o idiotismo que entenderam, como por exemplo, nos anos 2000 o radicalismo do Malcolm, que ele mesmo aboliu antes de sua morte, mas nunca se vendeu como negro, igual aos nossos de todas as idades.
E quando leem algo do Brasil voltado ao negro, leem coisas escritas pelos brancos, ou seja, panfletagem de pseudo abolicionistas que incutiam o papel de santo, entretanto não abriam mão dos seus escravos, e desconhecem um Gama, um Rebouças, um Oswaldo de Camargo, um Assis Duarte, um Machado -- ou se conhecem o ultimo, é de Dom Casmurro que apesar de ser sua obra Magna, é empurrada goela a baixo aos estudantes sem se explicar a sua real essência que muitos educadores desconhecem – e outros escritores ou professores ou figuras negras que se destacaram em algum momento na história do Brasil e com isso poderia reiterar a frase da Banda Natiruts, ou seja, querem ser, querem discursar, mas pouco sabem da historia do negro do seu próprio país e no entanto se diz negro por consumir algo a qual não faz parte, como por exemplo ovacionar a história do Mandela, sendo que, fora o exemplo de vida, nunca influenciou na história, de fato, de negro algum brasileiro, pois nosso racismo além de não haver leis em prol dele, e ser velado, ou seja, ninguém assumir que é racista por haver leis contra algo que nunca houve lei em prol, portanto não há lei, de fato, se não há crime contra os direitos civis do negro a ser combatido no âmbito jurídico.
E tudo isso cunha em um discurso falho, pois esses negros cujo falta identidade seja intelectual, histórica e antropológica na procura, de seus companheiros afetivos, o opressor, ou a figura mais próxima a eles, mas não por amor, não por haver uma história entre pessoas, mas pelo simples fato de querer status quo, de querer estar inserido e embusteiramente aceito, e Fanon já explica em seu livro, “Peles negras Mascaras Brancas” que o negro, quando vê o seu par, o opressor, ele se sente forte no seu ego, por de alguma forma ter dominação, mesmo temporária sobre ele, ou a aceitação, ou seja, no caso da mulher negra, ter o homem branco que ela almeja, ou não, mesmo porque os tidos como melhores espécimes de brancos, não querem a mulher negra, a não ser para o sexo – como ouvi em um banheiro a poucos meses, de um homem branco que não tinha me visto, que prefere “comer” as negras pois a genitália é mais quente, e ela é mais fogosa, em termos coloquiais, ela chupa melhor, fode melhor, e te faz ir aos ares e a branquinha, dali em diante, só servirá para mostrar à mãe, e o melhor, no show da Erykah Badu, no SESC Santo André em dezembro --, ela tem o branco padrão, mesmo por alguns momentos e de forma embusteira sem ser fruto de estupro ou de embriaguez e sim de forma sublime e natural, sob concessão dos dois, pelo menos na cabeça dela, e quanto ao homem negro, ter uma mulher branca em sua cama, é noção de vitória, por ter aquela mulher que seu pai ou avo eram proibidos de ter, passível de linchamento, e de humilhação pública, pois, “onde já se viu um negro tendo ambições matrimoniais com uma mulher branca, é uma afronta aos bons costumes e ao cristianismo”, dizeres de novelas de “época da rede globo”.
Entretanto podemos fazer um breve comparativo, de celebridades, de negros realmente inseridos, no sistema, que trilharam seus caminhos, mas nunca deixaram de ser quem são, e, sempre elevaram todo e qualquer negro, ou seja, lutaram e lutam pelos seus pares, nas suas áreas de atuação, diferente do negro que de forma ludibriatória é inserido no Brasil. Então vamos lá:
Podemos comparar no esporte o Pelé – que pra mim não é rei de nada – ao Michael Jordan, ou mesmo ao Ronaldo Nazário – que é um néscio fenomenal --, que enquanto o Jordan teve como par afetivo Juanita, uma não branca, nos EUA, em compensação os nossos astros, Xuxa, Daniela Cicarelli, entre outras, e me pergunto, por amor ou status?
Denzel Washington, Wesley Snipes, entre outros, e aqui, de todos os nossos pares, temos SOMENTE, o Lazaro Ramos, ou seja, status, status, reflexo de auto estima...
Portanto concluo o seguinte, o negro brasileiro em uma visão mor sobre ele, não há identidade, não há auto estima, não há elementos históricos conhecidos pela maioria. Hoje se espelha-se no que o norte americano é, mas não o que ele trilhou, temos o movimento dos Jovens SWAG, mas eles não conhecem o rap ativista, temos os produtos para cabelo, para não se ter o cabelo “ruim”, mas não conhecem e sabem o porque do “black is beatiful”, temos a feira preta e uma série de danças tidas como afro, mas é uma África que nem eles e nem os africanos conhecem, pois nesses eventos o negro não é nada mais do que música dança e sensualidade, ou seja, não ultrapassamos historicamente o Casa grande e Senzala de Freyre, e por esse motivo, esses negros não passam de Negrinhos da senzala em ascensão à casa grande, quando chegam...
Por esses motivos os negros, realmente, ativistas e intelectuais, desistiram da causa, pois há muita ignorância, corrupção e volúpia de ser opressor no meio dos nossos pares, e em minha vã ignorância da falta do saber de fato, mas por tudo já visto, também perdi o orgulho que, um dia, se quer, tive do negro do nosso país
Ramakrishna Ramos
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
O que é ser adulto???
O que poderíamos dizer, ou mesmo considerar sobre o que é ser adulto , adolescente ou criança?
O tempo cronológico? As atitudes? Seu modo de se comportar perante os outros?
Tenho ouvido muito, de pessoas que não são privilegiadas com vasto intelecto, sobre o que é ser adulto, ser criança, além dos discursos midiáticos em geral, e tenho chegado a algumas conclusões .
Primeiramente, as pessoas tem conceitos de maturidade, ao meu ver, totalmente deturpados, ou seja, acreditam que são adultas por pagarem contas, ter um emprego dito estável, e outras coisas que o capitalismo impõe. Vejo também as mesmas pessoas acreditando que maturidade é ter certa postura social, ter um relacionamento, também dito, estável.
Entretanto, o engedramento cultural desses é zero, pessoas que não param para questionar suas próprias vidas, que querem ter um comportamento "globo-alizado" , se portar como a mídia e o capitalismo mandam .São bonecos do sistema prontos para pular a altura que a Globo manda. São fantoches que tem em sua criticidade “O caminho das índias”. Essas mesmas pessoas são aquelas “amantes” do seu time de coração, são pessoas que não tem intensidade nenhuma no que fazem...
Analisemos alguns pontos pertinentes aos seus valores:
Primeiramente vamos falar sobre seus empregos maravilhosos, que, ao meu ver, são ignorantes, pois além de valorizarem o dinheiro do outro – ai começamos a falar sobre maquina, sobre sistema, pessoas sem razão de existir --, defendem o patrão, vestem a camisa da empresa, falam com categoria sobre o que não entendem, e ainda por cima, fazem mal feito o que se proporam, isso quando eu falo de operários da indústria, sejam eles de escritório, sejam eles de chão de fábrica ou serviços em geral.
Podemos falar do emprego dos que se dizem graduados, vamos para uma parte que particularmente me enoja - os advogados. São amantes das leis, são aqueles que defendem a ordem, a moral, o desenvolvimento... No entanto vejo que a falta de caráter de muitos fere a moral humana, não tratam os menos abastados da mesma forma, são corruptos e agem somente pelo dinheiro, ou seja, o juramento que fizeram não valeu de nada, e outra, para que servem as leis no Brasil a não ser para prejudicar o pobre, aquele que não está de acordo, mesmo ideologicamente, que não pertence à classe desses intelectuais que agem em prol de si próprio s e nunca em prol do povo. A democracia que eles pregam serve somente para a classe deles, ou melhor, só eles tem voz e direito de escolha.
Podemos falar dos professores também, pois a maioria que eu conheço, são elitistas, racistas, tendenciosos, e, falando dos somente graduados, nunca pensam em se elevar culturalmente, intelectualmente, pensam somente em dar aulas “eventuais” , ganhar o dinheiro, que é pouco, além da desvalorização da classe no Brasil, porém, a resposta do porque o professor não é valorizado está no começo do parágrafo.
Agora vamos para o estilo de vida dessas pessoas ditas adultas...
O que eles fazem da vida além de ser “normais”? Digo: nada!
Não tem intensidade em nada do que fazem, não fazem nada além de existir e ocupar espaço na terra, porque tudo que fazem é parecer normal, querem ser somente esteticamente belos, por dentro são podres, inseridos no sistema.
As mulheres que vejo, são belas, com um corpo lindo, entretanto, não se consegue ter um dialogo proveitoso com a maioria delas, alias, muitas delas nem entendem o que se fala, são verdadeiras vitrines, nada além disso.
Os homens não são muito diferentes, quando negros, os de dreadlocks se dizem os intelectuais, os sabedores de tudo, os transcendentais, porém o ultimo livro que leram não chega a ser nem um Paulo Coelho. E quando sem dread querem ser os Tyson Beckfort, só se preocupam em serem belos, e andar na moda, mas a maioria não passa de atendedores de telefone. Quando brancos estão piores que no comercial de jornal, pois, querem ser os intelectuais, mesmo os com dinheiro, querem discursar sobre tudo, impressionar as mulheres, com a barba por fazer, e contrapondo esses pseudo, com Erasmo de Roterdã que disse: “...eles usam barba como sinal de sabedoria, no entanto, os bodes também os ostenta...”. E vivem se vangloriando por serem algo que não são, no entanto, são pessoas que não tem nada a oferecer – além do dinheiro - quando tem .
Muitos rappers, falsos MC’s nas festas que passo, querem fazer Freestyle, querem rimar, mas sobre o que ? Cadê a originalidade ?Só sabem falar que “nois é pobre, o sistema fode cum nois, as mulheres precisam de respeito”, mas o que se faz para mudar isso, vez que se fala sobre educação, cadê a formação intelectual dos próprios, e digo mais, não falo sobre educação formal, mas falo de se elevar, intrinsecamente, pois como numa visão Cartesiana, diploma é somente um pedaço de papel
Essas são pessoas que bebem socialmente, transam em dias contados, que no sábado a noite visitam os “amigos” – que na verdade não são, mesmo porque, são jogos de interesses --, para serem sociais, para participarem de grupos, sem se exceder, sem sair do trivial, sem serem indiscretos, para não causar má impressão a imagem que eles pensam que tem.
Na verdade, na minha opinião são vários “querendo ser” e não são nada. Perdedores, que querem fazer imagem, mas imagem de que, para quem, para onde, por que verdadeiro conteúdo não tem.
São pessoas que não fazem diferença alguma no mundo, ocupam, somente, um lugar que poderia se dar a alguém que realmente sabe o que quer da vida, faz algo da vida, muito mais do que existir, e digo, vou ter vários problemas com o que disse, pessoas que se sentirão ofendidas, e tudo mais, mas já digo, essas, são o tipo que vejo e descrevi, e que se saírem do meu circulo, farão um imenso favor...
A teoria nesse texto eu abortei, isso é um desabafo, estou cansado de verdade, de ver essa pessoas tentando ser algo, presos a um sistema e suas verdades medíocres, presos à suas falácias, as suas intenções de serem alguém quando não são.
Como diria Talib Kweli, “Faça um som, escreva um livro, faça um filme”.
Existem suas exceções mas os pseudo não vão ver o macro e querer falar somente do micro e de suas historias particulares, que, sinceramente, alem de não me acrescer em nada, tampouco me interessa...
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